
Já indicamos aqui no ViSta-se o suplemento de vitamina B12 Veganicity (veja aqui). Mas agora, seguindo uma dica publicada no grupo Veganismo, do Facebook, encontramos o suplemento da Now Foods, que custa metade do preço do Veganicity.
Onde comprar e como comprar com frete praticamente de graça para o Brasil?
O suplemento de vitamina B12 da Now Foods pode ser comprado no site iHerb por $ 7,63, ou cerca de R$ 15 (neste link / necessário cartão de crédito internacional). Se desejar, use o código SOJ150 quando for solicitado o referral code. Assim, você ganha $5 de desconto na sua primeira compra. O frete para o Brasil fica em $6, ou seja, se você usar o código, o frete sai praticamente de graça. Com este mesmo código, você recebe um desconto de $10 (se a compra for maior que $40).
A embalagem contém 100 pastilhas e, em média, você precisa ingerir apenas 1 ou 2 por semana. Assim, ingerindo 2 pastilhas por semana, você tem B12 para um ano inteiro com apenas R$ 15 (sem contar o frete). É muito importante ter em mente que a absorção desta vitamina varia de pessoa para pessoa. Assim, um nutricionista saberá recomendar mais ou menos desta vitamina mediante exames periódicos. O suplemento de B12 da Now Foods é em formato de pastilhas e a absorção é sublingual, ou seja, você não precisa engolir com água como um comprimido, é só deixar na boca que vai derretendo como uma bala.
O Veganicity tem um preço semelhante, mas tem apenas 1.000 mcg de B12 por comprimido. Por ter 2.000 mcg por pastilha, o suplemento da Now Foods se mostra muito mais econômico.
Procure um nutricionista que tenha conhecimento sobre vegetarianismo
O ViSta-se mantém uma lista com nutricionistas que certamente saberão atender bem um vegetariano ou vegano, clique aqui e confira. (No menu aqui do site, passe o mouse em “Dicas” e selecione “Nutricionistas”).
Tire todas as suas dúvidas sobre B12
Abaixo, algumas informações relevantes sobre a vitamina B12. Para tirar todas as suas dúvidas em um estudo mais completo, recomendamos esta página do site Guia Vegano.
Se são as bactérias que produzem a B12, por que ela pode ser encontrada nas carnes e no fígado?
A presença de vitamina B12 nas carnes se deve ao fato de que os animais ingerem ou absorvem (quando produzidas pelas bactérias do seu trato gastrointestinal) a vitamina. A presença de vitamina B12 no leite e nos ovos se deve à passagem dela do animal para as suas secreções. Aliás, 50 a 90 % da vitamina ingerida pelos animais é estocada no fígado.
Como essa vitamina é formada ?
A única forma da cobalamina ser fabricada (sintetizada) é através de bactérias. Portanto, são as bactérias quem produzem a vitamina B12.
Leia abaixo o trecho do artigo publicado aqui no ViSta-se em 2009 (leia na íntegra), escrito pelo nutricionista Dr. Eduardo Buriolla, e entenda quem e como precisa suplementar.
O vegetariano precisa ingerir vitaminas sintetizadas para repor as fornecidas apenas pela carne, como a vitamina B12?
A vitamina B12, ou cobalamina, como também é conhecida, exerce importante papel na manutenção da estrutura do sistema nervoso e na maturação das células sanguíneas. Sendo que a deficiência leva a duas grandes complicações: anemia megaloblástica e neuropatia. Estudos demonstram que os vegetarianos (principalmente veganos) não ingerem B12 suficiente e consequentemente apresentam estado nutricional relativo à vitamina abaixo do recomendado.
Qual a necessidade diária de B12?
Faixa etária Recomendação (mcg)
0 a 6 meses 0,4 mcg
7 a 12 meses 0,5 mcg
1 a 3 anos 0,9 mcg
4 a 8 anos 1,2 mcg
9 a 13 anos 1,8 mcg
14 anos ou mais 2,4 mcg
Gestação 2,6 mcg
Lactação 2,8 mcg
Quem deve suplementar?
• Todas as pessoas acima de 50 anos¹.
• Crianças vegetarianas.
• Gestantes vegetarianas.
• Mulheres vegetarianas que estão amamentando².
• Vegetarianos que consumam pouco ou nada de laticínios e/ou ovos.
¹Devido ao fato de 10 a 30% de toda a população (vegetariana ou não) acima dos 50 anos apresentar alguma deficiência na absorção.
²Apenas a B12 consumida pela mãe é transferida pelo leite materno, ou seja, mães com estoques adequados de B12, mas que não consomem a vitamina durante o período de amamentação, não irão fornecer doses adequadas ao seus filhos.
Como suplementar de forma segura? (converse com seu nutricionista ou médico antes)
• Consumir alimentos fortificados ao longo do dia, que no final forneçam 3 mcg da vitamina.
• Suplemento oral com 5 mcg ao dia.
• Suplemento oral com 2000 mcg por semana.
• Suplementação injetável de 5.000 UI por ano (converse com seu médico).
Como avaliar o estado nutricional relativo à B12?
Converse com seu nutricionista e/ou médico para que solicite os seguintes exames:
• Hemograma.
• B12 sérica.
• Homocisteína.
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Uma câmera escondida que serve como ação em prol dos animais
O Programa Silvio Santos, um dos mais famosos do SBT, exibiu no último domingo, 11, uma brincadeira que bem poderia ser considerada uma ação de ativismo vegetariano. Embora seja, obviamente, uma brincadeira, como todas as outras câmeras escondidas do programa, esta faz as pessoas pensarem sobre de onde vem a carne que elas compram, preparam e comem.
O quadro é assim
A pessoa chega ao balcão do açougue e pede, por exemplo, “braço moído”, como fez a primeira dona de casa. “No capricho, viu moço?!” – completou. Um ator solta um cachorro de porte médio que sai correndo como se estivesse fugindo do lugar, assustado. O atendente tenta correr atrás do cachorro fujão gritado coisas do tipo “Olha lá! Seu contra-filé tá fugindo, ajuda a pegar!”.
Em alguns casos, o ator segurou um cãozinho de pequeno porte nos braços e, em meio aos “não, não moço, não, você tá louco?!”, oferecia a carne do animal e ainda dava dicas de preparo: “Este aqui você faz à passarinho! Corta aqui e aqui e…”.
“Carne de cachorro, o senhor tá louco?! Eu vou chamar a polícia, tadinho do bichinho!” – Esta foi a reação mais comum.
Confira o vídeo e convide seus amigos a pensar sobre isso
Emissora: SBT
Exibido: 11/03/12
Duração: 03:16
Publicado: 14/3/2012
No site do SBT
Não foi a primeira vez que o quadro “Câmera Escondida” fez “ativismo sem querer”
No final de outubro de 2011, no mesmo programa e quadro, o SBT colocou no ar uma brincadeira semelhante, chamada de “moedor de porco”. Confira aqui como foi.

Uma câmera escondida que serve como ação em prol dos animais O Programa Silvio Santos, um dos mais famosos do SBT, exibiu no último domingo, 11, uma brincadeira que bem… Saiba mais

Maior fonte de informação da população do Brasil destaca condenação de Harvard ao consumo de carne
O Jornal Nacional, provavelmente a maior fonte de informação de grande maioria da população brasileira, destacou essa semana o estudo publicado pela Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard que vem sendo comentado no mundo todo.
Entenda mais sobre este novo estudo de Harvard que condena a carne, clique aqui.
A matéria do Jornal Nacional começa com a seguinte afirmação:
“Um estudo realizado em uma das universidades mais prestigiadas dos EUA concluiu que o consumo diário de carne vermelha aumenta o risco de doenças graves que podem levar à morte precocemente.”
Se você consome mais que 85g por dia (meio bife), redobre a atenção ao vídeo abaixo
Durante a matéria, o Jornal Nacional destacou também que os estudiosos analisaram mais de 120 mil pessoas durante quase 30 anos e consideraram uma quantidade diária pequena (85g ou meio bife). Se pensarmos nos padrões de consumo considerados normais, como os grandes bifes dos brasileiros e dos norte-americanos no almoço e no jantar, os riscos podem triplicar.
Assista à matéria na íntegra:
Maior fonte de informação da população do Brasil destaca condenação de Harvard ao consumo de carne O Jornal Nacional, provavelmente a maior fonte de informação de grande maioria da população… Saiba mais

O abate é apenas o final de uma vida de dor, tortura e sofrimento
Eles são gerados por porcas chamadas pelos exploradores de “matrizes”. Elas ficam em gaiolas minúsculas, onde não conseguem nem se virar, sendo inseminadas constantemente, apenas para produzir filhotes. São como fábricas para os donos das fazendas. Quando nascem, os porquinhos já têm sua vida toda planejada: logo serão castrados, sem anestesia, com um bisturí ou gilete mesmo. Isso faz com que o animal engorde mais e, segundo os exploradores, faz com que o “produto final”, o cadáver, fique com um sabor mais agradável.
A “parte econômica”
O professor de zootecnia Leandro Lima, representando milhões de colegas de profissão, dá uma aula de insensibilidade em entrevista à Rede Globo:

Acompanhe no vídeo todo o processo nazista que a reportagem chama de “procedimento cirúrgico que não dura mais de 5 minutos”.

Você pode ajudar a acabar com isso
Se você se tornar vegano (www.sejavegano.com.br), ou seja, se não consumir mais nada de origem animal, você estará ajudando de forma direta para que cenas como esta não se repitam no futuro. Além de toda crueldade embutida, a pecuária destrói o meio ambiente e a saúde das pessoas.
Para fazer você continuar pensando
“… e tem a parte econômica. Porque o animal jovem, se ele chegar a morrer após a cirurgia, o único que você vai perder é o leite que ele já mamou. O animal maior já teve consumo de ração e se ele chegar a morrer você vai ter uma perda econômica.”
Leandro Lima, professor de zootecnia, explicando porque a castração de porcos é feita quando animal é ainda um recém nascido (sem anestesia).
O abate é apenas o final de uma vida de dor, tortura e sofrimento Eles são gerados por porcas chamadas pelos exploradores de “matrizes”. Elas ficam em gaiolas minúsculas, onde… Saiba mais
Matéria publicada no Jornal da Tarde sobre o consumo de carne vermelha com entrevista concedida pelo Dr George Guimarães, nutricionista especialista em dietas vegetrianas. A matéria foi baseada no estudo divulgado pela Universidade de Harvard essa semana (veja aqui).
Clique na imagem para ampliar.
VEJA A IMAGEM AMPLIADA AQUI.
Matéria publicada no Jornal da Tarde sobre o consumo de carne vermelha com entrevista concedida pelo Dr George Guimarães, nutricionista especialista em dietas vegetrianas. A matéria foi baseada no estudo… Saiba mais

Quem se lembra deles?
Não há muito material disponível para consulta e, aparentemente, pouca gente se lembra deles. Os cavalos explorados por jockeys, jogadores e outros tipos de pessoas são mais um problema que precisa ser abordado na filosofia vegana. A crueldade não é tão óbvia quando em um rodeio, mas ela está lá.
“Ah, mas eles são mais bem tratados que muitos de nós!”
A maioria destes animais vale muito dinheiro no mercado sujo que compra e vende suas vidas. Portanto, os tratadores precisam cuidar para que sua saúde esteja em dia. Isso não quer dizer que eles não sejam maltratados durante os cansativos treinamentos. É claro que não podemos afirmar que todos os cavalos exploradados para a diversão humana são agredidos ou torturados, mas há fortes evidências que nos levam a pensar que sim.
Não havendo maus-tratos, chicotes e coisas do tipo, há exploração?
A partir do momento em que você coloca preço em um animal, está explorando a vida dele. Por isso, mesmo que alguns “donos” destes animais os tratem com ração cara e todo o cuidado, há escravidão.
Abaixo, um vídeo que ilustra melhor as torturas físicas que um cavalo sobre durante provas de hipismo ou corridas.


Quem se lembra deles? Não há muito material disponível para consulta e, aparentemente, pouca gente se lembra deles. Os cavalos explorados por jockeys, jogadores e outros tipos de pessoas são… Saiba mais

Do G1 | Percentual de ocupação chega a 62%, segundo Governo Federal. Em Mato Grosso, percentual chega a 68%, enquanto agricultura 16%.
O principal uso das áreas desmatadas na Amazônia Legal em Mato Grosso até o ano de 2008 foi para pastagem. Na unidade federada, 68% do perímetro desflorestado dentro deste bioma foram ocupados pela pecuária. A conclusão é do TerraClass, sistema baseado em estudos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Os números apresentados nesta terça-feira (13) em Cuiabá, têm como base de dados o mapeamento do Projeto de Monitoramento do Desflorestamento na Amazônia Legal (PRODES).
Até 2008, o sistema identificou nesta unidade federada a utilização de 903.3 mil quilômetros quadrados desmatados para diferentes finalidades: agropecuária, mineração, floresta que ainda permaneceu intacta e demais. O total representa um dos maiores dentre os nove estados da Amazônia Legal, onde foram mapeados o uso de mais de 5 milhões de quilômetros quadrados para as mesmas finalidades.
O TerraClass mostrou a dinâmica de ocupação do bioma amazônico em todos os nove estados da Amazônia Legal e conclui que em âmbito nacional, 62% das terras desmatadas na floresta destinaram-se aos pastos entre os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. As áreas correspondem a pastos limpos, pastos sujos e pastagens abandonadas.
Cláudio Almeida, chefe do Inpe Amazônia e um dos coordenadores do TerraClass, explica que o sistema utiliza como base de dados números referentes a 2008 e não é possível mensurar como ficou ordenada a distribuição das atividades em áreas desflorestadas deste ano em diante.
“As realidades dentro da Amazônia Legal são distintas e era preciso entender como ocorria a ocupação. Com isso, vamos identificar a dinâmica de uso das áreas na Amazônia. Analisando essa série, saberemos como ela está”, disse Almeida, ao G1.
O TerraClass separou em 11 as chamadas ‘classes temáticas’, onde estão as atividades que foram identificadas nas áreas desflorestadas. Em Mato Grosso, dos 68% ocupados por pastagens, em 53% foram utilizados por pastos limpos (107.4 mil km²). Ou seja, onde estão os territórios de pastagem em processo produtivo com predomínio de vegetação e cobertura de espécies gramíneas entre 90% e 100%.
Outros 9% (17.8 mil km²) das áreas do bioma ocuparam-se com pasto sujo, onde também existe o processo produtivo, predomínio de vegetação gramínea associado à presença de vegetação arbustiva. Em outros 6% (11.2 mil km²) foram identificadas a regeneração com pasto. Nela, após o corte raso da vegetação natural e o desenvolvimento de alguma atividade agropastoril encontram-se em processo de regeneração da vegetação nativa.
Já a agricultura anual ocupou 16% (30.9 mil km²) da área que foi desflorestada até 2008 em Mato Grosso. Mas conforme o coordenador, não é possível afirmar se o setor que ocupa a área desmatada foi o real responsável pelo desmatamento na localidade. Conforme Almeida, somente um estudo mais detalhado pode dar condições ao Governo Federal para entender a dinâmica.
Para o setor produtivo de Mato Grosso, não se pode associar o desmatamento das áreas pelo segmento. Superintendente da Associação dos Criadores Estado (Acrimat), Luciano Vacari é enfático ao afirmar ser necessário entender de que maneira ocorreu o desflorestamento nas áreas e quais foram seus responsáveis.
Ele considera o avanço da pecuária dentro do bioma amazônico como natural, mas quando ocorre maneira ‘legal’, amparado pela legislação. “Temos que separar o grileiro de terra e o assentado do pecuarista. Este abre a área e a desenvolve. O grileiro não tem compromisso. Se haver o desmate legal, dentro da lei, qual o problema?”, indagou Vacari.
Em âmbito nacional, 34.927,24 km² foram ocupados pela agricultura anual nas áreas desflorestadas até 2008 na Amazônia Legal. A maior utilização foi identificada em Mato Grosso, com seus 30.952 km².
Observando somente a presença de pasto limpo neste bioma no país, 335.714,94 km² foram mapeados. Aos números que segundo o governo indicam a presença da pecuária nas terras desflorestadas estão também os 62.823,75 km² de pasto sujo; 48.027,37 km² com regeneração de pasto e 594,19 km² com pasto em solo exposto.
Alexandre Camargo Coutinho, pesquisador da Embrapa, defende que os números aos quais o sistema chegou vão balizar o Governo Federal na definição de estratégias para investimentos em ações de preservação da floresta bem como na utilização das áreas com potencial de exploração.
Regeneração
No Brasil, o TerraClass constatou ainda 150.815 km² de matas secundárias ou que ainda permanecem intactas. De acordo com o governo, o tamanho representa sete vezes a área do estado do Sergipe. O Pará possui a maior vegetação secundária. São 57.624,78 km², seguido por Mato Grosso, onde até 2008 o sistema apontou 27.987,69 km².
Do G1 | Percentual de ocupação chega a 62%, segundo Governo Federal. Em Mato Grosso, percentual chega a 68%, enquanto agricultura 16%. O principal uso das áreas desmatadas na Amazônia… Saiba mais

Sinal vermelho para a carne
Mais uma vez a universidade de Harvard, nos EUA, uma das mais respeitadas do mundo, divulga um estudo condenando a ingestão de carne. O trabalho, que acompanhou mais de 120 mil pessoas durante quase 30 anos, concluiu que o consumo diário de carne vermelha aumenta o risco de morte prematura em até 20%. Foram analisadas informações de 37.698 homens e 83.644 mulheres durante 22 anos e 28 anos, respectivamente. Os participantes foram entrevistados sobre seus hábitos alimentares a cada quatro anos.
Doenças cardíacas, diabetes e câncer
As doenças mais comuns constatadas entre as pessoas que comeram carne regularmente durante o estudo foram as relacionadas ao coração, a diabetes do tipo 2 e também ao câncer. 23.926 pessoas morreram durante o estudo. Destas, 5.910 de doenças cardiovasculares e 9.464 de algum tipo de câncer.
Ferro heme (presente na carne) e doenças crônicas
O ferro da carne, tão enaltecido pela mídia e pelos produtores de carne, foi apontado como um dos ingredientes contidos na carne que causam doenças crônicas como as cardíacas e o câncer.
“A carne vermelha, carne processada especialmente, contém ingredientes que têm sido associadas ao aumento do risco de doenças crônicas, como doenças cardiovasculares e câncer. Estes incluem o ferro heme, a gordura saturada, sódio, nitritos, e certos agentes cancerígenos que são formados durante o cozimento.” – Diz um trecho do documento.
Foi apontada a carne processada (linguiça, mortadela, salame, salsicha, patê, etc.) como grande vilã, mas outros tipos de carne considerados mais saudáveis como aves e peixes não se mostraram tão eficientes como os vegetais na busca de uma vida com mais saúde.

Substituindo a carne
Os cientistas de Harvard concluíram que a forma mais eficaz de substituir a carne no cardápio, com o intuito de evitar as doenças geradas por ela, é utilizar nozes. Substituir a carne vermelha por nozes provou que o risco de mortalidade cairia em 19%.
Rudução da carne e economia com gastos de saúde pública
Incentivar a população a reduzir ou a deixar o consumo de carne traria uma economia de bilhões de dólares em saúde pública, segundo especialista.”Mais de 75% dos US$ 2,6 bilhões gastos anualmente com saúde nos Estados Unidos são por motivos de doença crônica”, disse Dean Ornish, médico e nutricionista da Universidade da Califórnia, em San Francisco. “Consumir menos carne vermelha pode ajudar a reduzir a mortalidade devido a essas doenças e reduzindo, assim, os custos com saúde”, complementa.
Ouça a notícia na CBN, clique aqui.
Estudo publicado no site da universidade de Harvard (em inglês)
http://news.harvard.edu/gazette/story/2012/03/red-meat-raises-red-flags/
http://www.hsph.harvard.edu/news/press-releases/2012-releases/red-meat-cardiovascular-cancer-mortality.html
Sinal vermelho para a carne Mais uma vez a universidade de Harvard, nos EUA, uma das mais respeitadas do mundo, divulga um estudo condenando a ingestão de carne. O trabalho,… Saiba mais
Edgar Kupfer-Koberwitz foi um sobrevivente do campo de concentração Dachau.
Em pedaços roubados de papéis de rascunho e com pedaços de lápis, ele manteve seu diário secreto, que veio à tona após ser libertado em 29 de abril de 1945:
“Eu me recuso a comer animais porque eu não posso me alimentar do sofrimento e da morte de outras criaturas. Eu me recuso a fazer isto porque eu mesmo sofri tão dolorosamente que eu consigo sentir as dores dos outros pela lembrança dos meus próprios sofrimentos.
Eu sou feliz, ninguém me persegue; por que eu deveria perseguir outros seres ou causar-lhes sofrimento? Eu sou feliz, eu não sou um prisioneiro; por que eu devo transformar outras criaturas em prisioneiros e jogá-las em jaulas?
Eu sou feliz, ninguém está me machucando; por que eu deveria machucar os outros ou permitir que sejam machucados? Eu sou feliz, ninguém me maltrata; ninguém vai me matar; por que eu deveria maltratar ou matar outras criaturas ou permitir que sejam maltratadas ou mortas para meu prazer e conveniência?
Não é natural que eu não inflija a outras criaturas a mesma coisa que eu espero, e temo, nunca seja imposta a mim? Não é a coisa mais injusta fazer estas coisas aos outros sem nenhum propósito além do gozo deste insignificante prazer físico, às custas de mortes e tormentos?
Estes seres são menores e mais desprotegidos do que eu, mas você pode imaginar um homem racional, de sentimentos nobres, que basearia-se nestas diferenças para afirmar o direito de abusar da fraqueza ou da inferioridade de outros? Você não acha que é justamente o dever do maior, do mais forte, do superior, de proteger a criatura mais fraca ao invés de matá-la?
Eu quero agir de uma maneira nobre.
Eu me lembro da horrível época da Inquisição e eu lamento constatar que o tempo dos tribunais dos hereges ainda não terminou; que todos os dias os homens cozinham em água fervente outros seres que lhes são entregues pelas mãos de torturadores. Eu fico horrorizado ao pensar que estes homens são pessoas civilizadas, não brutos bárbaros, não nativos. Mas, apesar de tudo, eles são apenas primitivamente civilizados, primitivamente adaptados ao seu meio cultural. O europeu médio, flutuando entre idéias eruditas e belos discursos, comete todos os tipos de crueldades com um sorriso nos lábios, não porque ele seja obrigado a fazer isto mas porque ele quer fazê-lo. Não porque ele tenha perdido sua capacidade de refletir e compreender as terríveis coisas que ele está executando. Oh, não!! Apenas porque ele não quer ver os fatos. De outra maneira ele seria interrompido e aborrecido no desfrute de seus prazeres.
Considerando somente as necessidades, alguém pode, talvez, concordar com estas pessoas. Mas, será isto realmente uma necessidade? Esta tese pode ser contestada. Talvez exista algum tipo de necessidade para estas pessoas que ainda não evoluíram à personalidades conscientes.
Eu não estou pregando para eles. Eu escrevo para você, para um indivíduo ainda atento, que racionalmente controla seus impulsos, que sente-se responsável interna e externamente por seus atos, que sabe que nossa suprema corte está instalada em nossas consciências e que não há uma corte de apelação contra isto. Existe alguma necessidade que leve um homem totalmente consciente de si mesmo a respaldar uma matança? Em caso afirmativo cada indivíduo tem que ter a coragem de fazê-la com suas próprias mãos. Esta é, evidentemente, uma covardia miserável: pagar à outras pessoas para sujarem suas mãos de sangue e abster-se do horror e da consternação de fazê-lo…
Eu penso que os homens continuarão a ser mortos e torturados enquanto os animais forem mortos e torturados. Enquanto isto haverão guerras, também, porque matar precisa ser treinado e aperfeiçoado em pequenos objetos, moral e tecnicamente. Eu não vejo razão para se sentir ultrajado pelo que outros estão fazendo, nem pelos pequenos ou grandes atos de violência e crueldade. Mas, eu penso que já está mais do que na hora, de se sentir ultrajado por todos os pequenos e grandes atos de violência e crueldade que realizamos contra nós mesmos. E porque é mais fácil vencer as pequenas batalhas do que as grandes, eu penso que devemos tentar vencer primeiro nossas tendências às pequenas violências e crueldades, para evitar, ou melhor, para superá-las de forma final e definitiva. Então, o dia chegará quando será fácil lutar e superar até mesmo as grandes crueldades. Mas, nós ainda estamos adormecidos, todos nós, em hábitos e atitudes herdadas. Elas são como um molho suculento que nos ajuda a engolir nossa crueldade sem sentir seu amargo gosto.
Este é o ponto: Eu quero crescer em um mundo melhor onde uma lei maior conceda mais felicidade, em um mundo novo onde o mandamento de Deus impere: “Amai-vos uns aos outros”.”
Edgar Kupfer-Koberwitz foi um sobrevivente do campo de concentração Dachau. Em pedaços roubados de papéis de rascunho e com pedaços de lápis, ele manteve seu diário secreto, que veio à… Saiba mais

Empresas chinesas estão empenhadas em conseguir apoio de políticos de pequenas cidades do nordeste brasileiro para que jumentos criados aqui sejam exportados, abatidos e comidos por lá. E o mais triste é que estas empresas estão tendo sucesso. Com acordos já fechados, a China pretende importar 300 mil jumentos brasileiros por ano.
Fora a crueldade presumida que tal processo trará a estes animais, a ideia é usar as terras brasileiras como o pasto e deixar todo o impacto ambiental por aqui, assim como já é feito com carnes de bois, frangos, peixes, porcos e até de cavalos.
Segundo o jornal “O Globo”, A China abate 1,5 milhão de burros e jumentos ao ano, criados no país, na Índia e na Zâmbia.
Empresas chinesas estão empenhadas em conseguir apoio de políticos de pequenas cidades do nordeste brasileiro para que jumentos criados aqui sejam exportados, abatidos e comidos por lá. E o mais… Saiba mais
Durante os 60 segundos do vídeo, 60 bois, 60 porcos e 10.000 frangos serão assassinados pela pecuária brasileira. Os dados são do IBGE (veja aqui).
Ao contrário da maior parte dos vídeos de campanhas em favor dos Direitos Animais, a nova peça publicitária do grupo NãoMate.org consiste em cenas conceituais sobre o poder que temos de mudar o destino dos animais apenas por nossas escolhas.
As imagens foram captadas no estado do Pará e mostram animais em um curral assustados, à espera do abate eminente. Ao lado, um matadouro típico das cidades do interior, um grande galpão equipado com marretas, cordas e ganchos. Embora pareça um lugar atrasado e fora dos padrões da vigilância sanitária, estima-se que 30% da carne comercializada no Brasil saia de lugares assim.
Com a frase “Você tem escolha, não mate”, o vídeo termina e deixa a questão na mão de quem realmente pode resolver toda essa situação: o consumidor. Ao escolher o que você consome, você usa ou não a marreta que aparece no vídeo.
Faça escolhas veganas, saiba como em www.sejavegano.com.br.
Assista ao vídeo | Vimeo
