
Entenda por que veganos não consomem mel
Muitas pessoas desconhecem os motivos pelos quais veganos não consomem mel. O depoimento do jovem Leandro Petry, de Lajeado-RS, vai ajudar você a entender melhor sobre a crueldade envolvida na produção deste “alimento”. Além do fator ético, o mel não é um “alimento” tão inocente quanto sempre nos fizeram acreditar. A ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) não recomenda a injestão de mel por crianças abaixo de um ano. O objetivo da orientação é prevenir a ingestão de esporos da bactéria Clostridium botulinum, bacilo responsável pela transmissão do botulismo intestinal (veja aqui).
Abelhas sentem dor?
Sim. Abelhas e outros insetos sentem dor, segundo pesquisador da USP. A matéria foi publicada em setembro de 2011 e explica a conclusão do fisiologista Gilberto Xavier. Leia aqui.
Confira na íntegra o depoimento do ex-apicultor – hoje vegano – Leandro Petry:
“Por um período de cerca de 6 anos, participei da extração de mel de modo bem “artesanal”, mas que pouco difere do modo profissional, uma vez que os equipamentos para tal atividade são baratos e de fácil aquisição. Por período de tempo que não me recordo com exatidão, vi também outras pessoas compartilharem desta prática, sendo que algumas delas a faziam com finalidade comercial. A prática que ainda é vista de maneira passiva quanto ao bem estar das abelhas e, até mesmo, do meio ambiente, de responsabilidade ambiental pouco tem e a compaixão para com os animais, é inexistente. No texto adiante, relato minha experiência com a apicultura no pequeno intervalo em que me encontrei como colaborador da prática.
A fase inicial consiste em acender a brasa dentro do fumigador. O material utilizado para a combustão varia. No nosso caso, usávamos palha e sabugo de milho triturado na maioria das vezes, mas houve casos em que um pouco de serragem foi adicionado. A fumaça sempre esteve longe de ser suave, muito pelo contrário, era densa e de difícil inalação, tanto que, o mais leve dos ventos, ao carregá-la para próximo de nossos olhos, causava profunda irritação e logo desatávamos a lacrimejar. Para as abelhas então, a menor das baforadas, tombava-as ao chão onde permaneciam por longo período, contorcendo-se e, não raramente, acabando por morrer.
Após vestirmo-nos e o fumigador encontrar-se apto para o serviço, passávamos a abrir as caixas onde se encontravam as colmeias. Primeiro, dávamos uma baforada na abertura por onde as abelhas tinham o acesso do meio interno ao meio externo, e vice-versa, da coméia para que não saíssem da mesma e nos atacassem. Esse era o nosso “cartão de visitas”, e já ele deixava claro o quão mal fazia a fumaça aos pequenos insetos, pois, a partir daquele momento, tornavam-se muito agitadas e agressivas e alguns indivíduos eram mortos. Na sequência, a caixa era aberta. Logo que isso era feito, mais vezes o fumigador era posto para trabalhar, porém agora diretamente sobre as abelhas, as larvas e os ovos e todas as demais estruturas da comeia. O objetivo era fazer com que se não pudessem voar e, novamente, nos atacar, não obstante, muitas o faziam, mesmo muito atordoadas e intoxicadas, e frequentemente acabavam por cair no chão e ali agonizavam, muitas vezes até a morte.
Após toda essa agressão de nossa parte, passávamos a tirar os favos de mel e logo íamos à procura das celas que continham a geléia real e as larvas que dariam origem às próximas rainhas para que matássemos a mesmas, impossibilitando a formação de novos enxames e um possível enfraquecimento do atual. Nessa parte, matávamos muitas abelhas, pois esmagávamos muitas com as nossas mãos e com os instrumentos usados na etapa em questão, além do número de insetos mortos que aumenta devido também ao uso do fumigador.

A etapa seguinte era a centrifugação dos favos para a retirada do mel. Isso sempre era feito pela noite, pois então as abelhas estariam menos agressivas e estão podíamos nos vestir com roupas “normais”, pois com elas ficávamos mais a vontade, e nos tranquilizar quanto à possibilidade de sermos ferroados. Mesmo tentando retirar todas as abelhas dos favos, muitas neles permaneciam e eram postas justo no centrifugador, onde, mais uma vez, morriam em grande número, fosse por afogamento no próprio mel que elas haviam fabricado fosse por esmagamentos nas engrenagens da máquina utilizada nesta etapa.
Deveria mais era ser caracterizada como um roubo, uma vez que a própria palavra “extração”, ou “retirada”, não tem competência etimológica para designar a falta de valores éticos e morais para com os animais que precedem a prática da apicultura. Sendo ela realizada com finalidade comercial ou para consumo próprio, em larga ou pequena escala, com ou sem a utilização do fumigador, etc. Partilho da minha experiência para afirmar, que NÃO, A APICULTURA NÃO É UMA PRÁTICA PACÍFICA E HUMANITÁRIA!”
Leandro Petry
Ex-apicultor, ex-piscicultor, ex-pecuarista e ex-avicultor
Hoje Vegano
Lajeado-RS
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Talvez nunca tenha havido uma menifestação tão grande na história dos direitos dos animais
Em abril, uma miltidão marchou em direção ao criadouro “Green Hill” e indaviu o local, salvando algumas dezenas de cães (veja aqui). Na ocasião, estimou-se que eram mil pessoas na manifestação. Mas, no último sábado (16), os italianos mostraram que realmente não vão parar até que o criadouro seja fechado pelas autoridades. Mais de 10 mil pessoas lotaram as ruas de Roma, vindas de diversas cidades do país em dezenas de ônibus fretados.
A manifestação foi organizada pelo movimento “Ocuppy Green Hill” (www.occupygreenhill.it) e por organizações contra a vivessecção (testes em animais vivos) do país.
Eles querem chamar a atenção do governo para o problema
Os manifestantes declararam para a imprensa que a intenção é chamar a atenção do governo italiano para que acabe com a vivessecção no país. O número surpreendentemente crescente de italianos que estão saindo de casa para gritar em favor dos animais apenas confirma o que diz um grande banner no site do movimento organizador: “Nós somos 99%. 99% da população repudia a vivessecção”.
Sobre o “Green Hill” e os testes em animais
Criadouros de Beagles e de outros animais existem para alimentar a indústria dos testes em animais, que movimenta bilhões de dólares por ano. Os laboratórios fazem testes de produtos químicos nestes animais para marcas de cosméticos e outros produtos conseguirem laudos de que aquele ingrediente ou fórmula não fará mal às pessoas. No entanto, é comprovado que diversos destes testes são desnecessários e ultrapassados. Quem precisa jogar ácido nos olhos de um coelho para saber que vai queimar? Existem testes alternativos que não usam animais e são muito mais eficazes.
Por quê Beagles?
Os cachorros da raça beagle estão entre os preferidos dos laboratórios que fazem testes em animais por seu porte pequeno e por serem muito mansos. Isso facilita o manuseio entre uma tortura e outra.
A chave está na mão do consumidor
Centenas de empresas já deixaram de solicitar testes em animais para averiguar a segurança de seus produtos por pressão de seus consumidores. Se a sociedade diz que não quer a vivessecção, a indústria se adapta. Não havendo mais a demanda de testes por parte das empresas, não há por que existirem criadouros como o “Green Hill”. Faça sua parte, diga às empresas que você não aceita produtos testados em animais, eles buscarão métodos alternativos.
Vídeo da manifestação (Youtube)

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Programa “Giant Supermarket”, do “Channel 4″, chocou telespectadores
Na última terça-feira, em horário nobre, um canal de TV britânico mostrou o destino dos bezerros machos da indústria leiteira no país (vídeo). Infelizmente, não é exclusividade da Inglaterra assassinar dezenas de milhares de filhotes de vaca por ano apenas por terem nascido machos. É o padrão da indústria dos laticínios.
Para produzir leite, as vacas precisam ser constantemente inseminadas. Assim como uma mulher, uma fêmea bovina precisa ter um motivo para produzir leite e este motivo é sua cria. A indústria burla a natureza e insemina artificialmente estes animais para que produzam mais e mais leite. Mas, mesmo com tanta tecnologia voltada para o mal, ainda não é possível escolher o sexo dos bebês que, inevitavelmente, nascem.

Fêmeas ou machos, os bebês que nascem em uma indústria leiteira sofrerão
Nesta indústria, se uma bebê nasce fêmea, será encaminhada para se tornar mais uma das bilhões de vacas exploradas durante toda a vida. No fim, vão para o abatedouro. No entanto, se o bebê nasce macho, não passa de um dia. Tão logo quanto possível são mortos, simplesmente não há espaço ou utilidade para eles.
Revolta da audiência
Durante o programa “Giant Supermarket”, mais de 60 telespectadores registraram queixa formal sobre o conteúdo apresentado e centenas de comentários começaram a aparecer em redes sociais como o Twitter e Facebook. Muitos classificaram o programa como “doente”. Um espectador declarou que jamais tinha visto algo tão perturbador na televisão.
Que tal um copo de leite ou uma fatia de queijo?
Muitas pessoas ficam revoltadas quando descobrem o que se passa na indústria do leite, dos ovos e da carne. Mas será que isso basta? A única forma de não colaborar com isso é adotando o veganismo no seu dia a dia. Nos ajude a acabar com essa insanidade. Apenas na Inglaterra, mais de 90 mil bezerros machos são executados em seu primeiro dia de vida. No Brasil, não há números oficiais, mas sabe-se que o principal destino destes pobres animais é o descarte ou a carne de vitela.
Alternativas livres de crueldade
Existem boas alternativa aos laticínios, confira algumas:
1. Leite de castanhas (www.vista-se.com.br/castanhas): ideal para o café da manhã, para misturar com café ou para o preparo de doces e bolos.
2. Mandiokejo: produto vegano produzido em Santa Catarina ideal para o preparo de pizzas e lasanhas cremosas.
3. Leite de aveia: alternativa barata e versátil. Ideal para o preparo de strogonoff e outras receitas salgadas.
4. Você já pensou em tomar leite de coco?
5. Que tal preparar um pão de queijo sem queijo? Aprenda.
Existem ainda algumas opções de iogurtes à base de soja encontrados em supermercados de todo o Brasil. Pesquisando, você encontrará muitas opções para se tornar vegano e não colaborar mais com a morte de bilhões de animais. Sua conciência ficará muito mais leve, garantido.
Junte-se a nós
Conheça o veganismo e junte-se a milhões de pessoas ao redor do mundo que não concordam com a matança de animais. www.sejavegano.com.br.

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Deixados para morrer trancados em gaiolas, alguns animais foram salvos por ativistas
Uma grande granja de ovos da Califórnia foi à falência e simplesmente abandonou 50 mil galinhas em gaiolas para morrer de fome e de sede. Essa é a relação da indústria de insumos de origem animal com suas vítimas. Os animais são tratados meramente como produtos. Quem paga a conta? Você, consumidor.
Pela primeira vez na vida, as galinhas puderam sentir o calor do sol e fazer um ninho
A grande maioria dos animais morreu de inanição. Mas, felizmente, 4.600 aves foram salvas por ativistas que negociaram duro com os agentes do Estado que foram escalados para “limpar” a sujeira deixada pelo proprietário da granja. Os ativistas imploraram para que pudessem entrar e resgatar os animais que encontrassem vivos. Depois de dois dias de trabalho, as milhares de galinhas resgatadas seguiram para santuários de animais espalhados pelos Estados Unidos. Pela primeira vez na vida, elas puderam sentir a luz do sol e fazer um ninho, comportamentos naturais dos quais são privadas quando tratadas como produtos.
Uma razão faz da vida das galinhas poedeiras um inferno: a compra e o consumo de seus ovos
A única maneira de não colaborar para que coisas horríveis como esta aconteçam é considerar a adoção do veganismo no seu dia a dia. Saiba mais sobre essa filosofia de vida que preza pela vida e pela não violência no www.sejavegano.com.br. Ajude a acabar com essa loucura.

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Brasil libera 335 kg do gás para criar alimento, enquanto Países Baixos geram 22 kg.
Do R7 | A produção de um quilo de carne bovina no Brasil pressupõe o gasto de 335 quilos de dióxido de carbono (CO2), exatamente a mesma quantidade consumida em uma viagem de 1.600 quilômetros em um automóvel europeu médio.
Especialistas da Áustria e Holanda chegaram a essa conclusão em um recente estudo, cujos resultados foram divulgados nesta quinta-feira (24) pela agência APA.
No caso da carne de vaca produzida nos Países Baixos, um quilo equivale a 111 quilômetros de automóvel, pois nas duas situações o CO2 emitido é de 22 quilogramas.
Kurt Schmidinger, da Universidade de Viena, e Elke Stehfest, da agência PBL Netherlands Environmental Assessment Agency, desenvolveram um sistema especial para fazer estabelecer o custo climático dos alimentos.
A maior inovação nestes cálculos é que, além das emissões na produção dos alimentos, o estudo também contabiliza a superfície do pasto para os animais, um fator ignorado até agora, apesar de ser considerado central para a mudança climática.
A razão é que os gramados de grandes superfícies impedem o desenvolvimento de florestas e plantas naturais, que por sua vez atuam absorvendo CO2 da atmosfera, o que combate o efeito estufa.
Segundo os especialistas, a produção de alimentos vegetais é a menos nociva para o meio ambiente.
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Não foi meia dúzia de ativistas mascarados, foi a sociedade inteira
O que aconteceu neste sábado (28/04/12) na Itália mostra que os testes em animais não têm mais espaço no tempo de informação em que vivemos. Mais de mil pessoas participaram de uma enorme manifestação contra a empresa Green Hill, um criadouro multinacional que “fabrica” animais para testes em laboratórios ao redor do mundo.
À luz do dia, donas de casa e ativistas corriam abraçados aos animais
A multidão andou pelas ruas gritando e protestando contra a Green Hill e, quando chegou em frente ao criadouro de cães, simplesmente não parou. As pessoas ignoraram todos os avisos de propriedade privada e continuaram andando, escalando alambrados e cortando os arames farpados.
Aos poucos, filhotes, fêmeas esperando filhotinhos e cães maiores iam passando de mão em mão para uma nova vida, longe dos horrores dos laboratórios de testes. Ativistas e donas de casa corriam abraçados aos animais enquanto a polícia tentava dispersar a multidão.
Resultado
No fim do dia, 12 pessoas estavam presas e mais de 40 beagles estavam a salvo.
Estima-se que existam mais de 2.500 beagles no criadouro da Green Hill, mas esta ação deixou bem claro que a sociedade italiana não vai mais tolerar a presença desta empresa que vive da tortura de animais em suas terras.

Por quê Beagles?
Os cachorros da raça beagle estão entre os preferidos dos laboratórios que fazem testes em animais por seu porte pequeno e por serem muito mansos. Isso facilita o manuseio entre uma tortura e outra.
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Em apenas 4 minutos, um menino de 10 anos, o norte-americano Ayden Elworthy, conseguiu contar de forma clara o que o ViSta-se tenta falar para as pessoas há quase cinco anos.
Apenas a sensibilidade de uma criança poderia fazer um vídeo tão direto e tão simples.
“Somos Apenas Diferentes”
O vídeo foi produzido pelo irmão de Ayden, de 18 anos. Ambos são veganos. A legenda em português foi feita pelo grupo Oba Floripa.

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Do Hyperscience | Pelo menos no mundo desenvolvido, esse passo pode ser necessário a fim de estabilizar os níveis atmosféricos de um gás do efeito estufa, o óxido nitroso. O óxido nitroso é o maior contribuinte do homem à destruição do ozônio estratosférico (o “buraco de ozônio”), e o terceiro gás que mais contribui para o efeito estufa, depois do dióxido de carbono e do metano.
Cerca de 80% das emissões humanas de óxido nitroso são provenientes da agricultura. Bactérias convertem o nitrogênio encontrado no esterco bovino ou o excesso deixado no solo em gás óxido nitroso. Cada quilo de carne que comemos requer múltiplos quilos de grãos, e cada grão, por sua vez, requer a utilização de fertilizantes contendo azoto, de modo que a quantidade de óxido nitroso liberado por caloria da carne (e lacticínios) é muito maior do que simplesmente comer as culturas (verduras, frutas) diretamente.
Parando a mudança climática
Pesquisadores analisaram várias trajetórias possíveis para as futuras emissões de óxido nitroso, inclusive estabilizar os níveis atmosféricos de óxido nitroso deste século. Eles consideraram que alterações às emissões seriam necessárias para atingir esta meta.
Uma abordagem para reduzir a quantidade de óxido nitroso emitida é a utilização de azoto de maneira mais eficiente para cada quilo de grãos ou carne produzido. Mas reduzir a demanda por carne também é eficaz.
“Se quisermos chegar à redução mais agressiva – o que realmente estabiliza o óxido nitroso – temos que usar todos os itens acima, incluindo mudanças na dieta”, disse o pesquisador Eric Davidson.
Ele mostrou que seria necessário reduzir o consumo de carne no mundo desenvolvido em 50% para gerir o azoto duas vezes mais eficientemente.
Essa análise é consistente com outros estudos, como um relatório de 2006 da ONU, que afirmou que a pecuária contribui mais à mudança climática do que o transporte. Se incluirmos o metano – liberado em grandes quantidades por ruminantes como o gado – e as emissões de dióxido de carbono da produção de fertilizantes, as emissões de gases de efeito estufa provenientes da agricultura e pecuária são ainda maiores.
O óxido nitroso é liberado em quantidades muito menores do que o dióxido de carbono e o metano, mas é cerca de 300 vezes melhor em capturar calor, e dura na atmosfera por cerca de 100 anos, de modo que cada uma de suas moléculas contribui muito ao aquecimento climático.
Então, a solução é a redução do consumo de carne. Mas isso tem chances de acontecer? Davidson ressalta que, 30 anos atrás, ninguém acharia possível que o tabagismo fosse proibido em bares, ou que o consumo de cigarro diminuísse. Tudo pode acontecer.
De acordo com o estudo de Davidson, o consumo anual médio per capita de carne no mundo desenvolvido foi de 78 quilos em 2002 e está projetado para crescer para 89 quilos em 2030. Enquanto isso, no mundo em desenvolvimento foi de 28 quilos em 2002, projetado para crescer para 37 em 2030.
“Temos vivido de uma forma muito luxuosa. Ir de 82 kg de carne por ano a 40 não deveria ser pedir muito”, disse a cientista Christine Costello.
Do Hyperscience | Pelo menos no mundo desenvolvido, esse passo pode ser necessário a fim de estabilizar os níveis atmosféricos de um gás do efeito estufa, o óxido nitroso. O óxido… Saiba mais
Da SVB | O GUIA ALIMENTAR DE DIETAS VEGETARIANAS PARA ADULTOS traz subsídios aos profissionais da nutrição para atender pacientes vegetarianos e aqueles que desejam adotar a alimentação vegetariana. As dietas vegetarianas, quando bem planejadas, como todas as dietas devem ser, promovem crescimento e desenvolvimento adequados e podem ser adotadas em todos os ciclos da vida, inclusive por atletas, na gestação, infância e terceira idade.
Você pode ler na Biblioteca do ViSta-se ou baixar o pdf.
Várias organizações internacionais de renome como a American Heart Association (AHA), a Food and Drug Administration (FDA), o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a Kids Health (Nemours Foundation), o College of Family and Consumer Sciences (University of Georgia) e a Associação Dietética Americana (ADA) têm parecer favorável ao vegetarianismo, esta afirmando inclusive que os profissionais da nutrição têm o dever de incentivar aqueles que expressam intenção de se tornarem vegetarianos.
As dietas vegetarianas trazem resultados benéficos na prevenção e no tratamento de diversas doenças crônico-degenerativas não transmissíveis. Não há estudos demonstrando aumento de doenças em grupos vegetarianos. Populações vegetarianas têm risco reduzido de cardiopatias, câncer, diabetes, obesidade, doenças da vesícula biliar e hipertensão. Estudos demonstram que as populações vegetarianas têm 31% a menos de cardiopatias, 50% a menos de diabetes, vários cânceres a menos, sendo 88% a menos de câncer de intestino grosso e 54% a menos de câncer de próstata.
O GUIA ALIMENTAR DE DIETAS VEGETARIANAS PARA ADULTOS é uma ampliação de um material desenvolvido pelo Dr. Eric Slywitch, o qual serviu de base para o parecer oficial sobre vegetarianismo do Conselho Regional de Nutricionistas SP/MS – CRN-3, lançado em janeiro de 2012.
Segundo o IBOPE, que avaliou indivíduos com mais de 18 anos de idade, 10% dos homens e 9% das mulheres brasileiras declararam-se vegetarianos. Acreditamos que esse Guia, com mais de 180 referências científicas, possa munir os profissionais de saúde com informações importantes para atender essa comunidade em expansão.
Marly Winckler
Presidente da Sociedade Vegetariana Brasileira
Da SVB | O GUIA ALIMENTAR DE DIETAS VEGETARIANAS PARA ADULTOS traz subsídios aos profissionais da nutrição para atender pacientes vegetarianos e aqueles que desejam adotar a alimentação vegetariana. As… Saiba mais

Já indicamos aqui no ViSta-se o suplemento de vitamina B12 Veganicity (veja aqui). Mas agora, seguindo uma dica publicada no grupo Veganismo, do Facebook, encontramos o suplemento da Now Foods, que custa metade do preço do Veganicity.
Onde comprar e como comprar com frete praticamente de graça para o Brasil?
O suplemento de vitamina B12 da Now Foods pode ser comprado no site iHerb por $ 7,63, ou cerca de R$ 15 (neste link / necessário cartão de crédito internacional). Se desejar, use o código SOJ150 quando for solicitado o referral code. Assim, você ganha $5 de desconto na sua primeira compra. O frete para o Brasil fica em $6, ou seja, se você usar o código, o frete sai praticamente de graça. Com este mesmo código, você recebe um desconto de $10 (se a compra for maior que $40).
A embalagem contém 100 pastilhas e, em média, você precisa ingerir apenas 1 ou 2 por semana. Assim, ingerindo 2 pastilhas por semana, você tem B12 para um ano inteiro com apenas R$ 15 (sem contar o frete). É muito importante ter em mente que a absorção desta vitamina varia de pessoa para pessoa. Assim, um nutricionista saberá recomendar mais ou menos desta vitamina mediante exames periódicos. O suplemento de B12 da Now Foods é em formato de pastilhas e a absorção é sublingual, ou seja, você não precisa engolir com água como um comprimido, é só deixar na boca que vai derretendo como uma bala.
O Veganicity tem um preço semelhante, mas tem apenas 1.000 mcg de B12 por comprimido. Por ter 2.000 mcg por pastilha, o suplemento da Now Foods se mostra muito mais econômico.
Procure um nutricionista que tenha conhecimento sobre vegetarianismo
O ViSta-se mantém uma lista com nutricionistas que certamente saberão atender bem um vegetariano ou vegano, clique aqui e confira. (No menu aqui do site, passe o mouse em “Dicas” e selecione “Nutricionistas”).
Tire todas as suas dúvidas sobre B12
Abaixo, algumas informações relevantes sobre a vitamina B12. Para tirar todas as suas dúvidas em um estudo mais completo, recomendamos esta página do site Guia Vegano.
Se são as bactérias que produzem a B12, por que ela pode ser encontrada nas carnes e no fígado?
A presença de vitamina B12 nas carnes se deve ao fato de que os animais ingerem ou absorvem (quando produzidas pelas bactérias do seu trato gastrointestinal) a vitamina. A presença de vitamina B12 no leite e nos ovos se deve à passagem dela do animal para as suas secreções. Aliás, 50 a 90 % da vitamina ingerida pelos animais é estocada no fígado.
Como essa vitamina é formada ?
A única forma da cobalamina ser fabricada (sintetizada) é através de bactérias. Portanto, são as bactérias quem produzem a vitamina B12.
Leia abaixo o trecho do artigo publicado aqui no ViSta-se em 2009 (leia na íntegra), escrito pelo nutricionista Dr. Eduardo Buriolla, e entenda quem e como precisa suplementar.
O vegetariano precisa ingerir vitaminas sintetizadas para repor as fornecidas apenas pela carne, como a vitamina B12?
A vitamina B12, ou cobalamina, como também é conhecida, exerce importante papel na manutenção da estrutura do sistema nervoso e na maturação das células sanguíneas. Sendo que a deficiência leva a duas grandes complicações: anemia megaloblástica e neuropatia. Estudos demonstram que os vegetarianos (principalmente veganos) não ingerem B12 suficiente e consequentemente apresentam estado nutricional relativo à vitamina abaixo do recomendado.
Qual a necessidade diária de B12?
Faixa etária Recomendação (mcg)
0 a 6 meses 0,4 mcg
7 a 12 meses 0,5 mcg
1 a 3 anos 0,9 mcg
4 a 8 anos 1,2 mcg
9 a 13 anos 1,8 mcg
14 anos ou mais 2,4 mcg
Gestação 2,6 mcg
Lactação 2,8 mcg
Quem deve suplementar?
• Todas as pessoas acima de 50 anos¹.
• Crianças vegetarianas.
• Gestantes vegetarianas.
• Mulheres vegetarianas que estão amamentando².
• Vegetarianos que consumam pouco ou nada de laticínios e/ou ovos.
¹Devido ao fato de 10 a 30% de toda a população (vegetariana ou não) acima dos 50 anos apresentar alguma deficiência na absorção.
²Apenas a B12 consumida pela mãe é transferida pelo leite materno, ou seja, mães com estoques adequados de B12, mas que não consomem a vitamina durante o período de amamentação, não irão fornecer doses adequadas ao seus filhos.
Como suplementar de forma segura? (converse com seu nutricionista ou médico antes)
• Consumir alimentos fortificados ao longo do dia, que no final forneçam 3 mcg da vitamina.
• Suplemento oral com 5 mcg ao dia.
• Suplemento oral com 2000 mcg por semana.
• Suplementação injetável de 5.000 UI por ano (converse com seu médico).
Como avaliar o estado nutricional relativo à B12?
Converse com seu nutricionista e/ou médico para que solicite os seguintes exames:
• Hemograma.
• B12 sérica.
• Homocisteína.
Já indicamos aqui no ViSta-se o suplemento de vitamina B12 Veganicity (veja aqui). Mas agora, seguindo uma dica publicada no grupo Veganismo, do Facebook, encontramos o suplemento da Now Foods,… Saiba mais
Manter uma alimentação vegana saudável é mais simples do que a maioria das pessoas imagina
O Diretor do Departamento de Medicina e Nutrição da SVB (Sociedade Vegetariana Brasileira), Dr. Eric Slywitch, foi ao programa Bem Estar, da Rede Globo, ajudar uma diretora de escola que resolveu tirar a carne do cardápio mas não sabia como se alimentar bem para se manter saudável.
Com dicas simples, o Dr. Eric, que é médico e pós-graduado em nutrição clínica, mostrou para a diretora escolar Kilkelly Mattos que é muito fácil e prático ter uma alimentação saudável e gostosa sem utilizar nenhum ingrediente de origem animal. A família de Kilkelly não é vegetariana, mas aprovou os pratos sugeridos pelo médico, todos veganos.
Assista à matéria | Programa Bem Estar
