
Entenda melhor o que é veganismo e comece agora a mudança que você quer ver no mundo
Você já ouviu falar em veganismo mas talvez não entendeu muito bem o que significa ou simplesmente não achou que era o momento de adotar esta filosofia de vida em seu dia a dia, certo? Leia atentamente a lista abaixo e consiga mais informações a respeito. No final da matéria, deixamos um link esclarecedor e um brinde para você baixar de graça. Esta lista cita 11 motivos, mas eles são muitos. Descubra você mesmo.
1. Salva animais dos abatedouros
Se você não compra ou consome produtos de origem animal, a demanda cai e menos animais serão mortos até que, um dia, nenhum animal será assassinado em nome da uma indústria dita “alimentícia”.
2. Protege o meio ambiente
Uma alimentação que não utiliza leite, ovos, laticínios e outros produtos de origem animal evita a derrubada da floresta Amazônica e outros biomas para aberturas de pastos ou plantações de soja. A maioria absoluta da soja produzida no Brasil (estima-se que mais de 90%) é exportada em navios para alimentar porcos, aves e outros animais criados em confinamento para serem assassinados na Ásia e na Europa. A produção de vegetais é muito mais eficiente do que a produção de carne e outros subprodutos. Uma plantação de milho em 100 hectares, por exemplo, pode alimentar cerca de 2.500 pessoas. Se esta área for utilizada para produção pecuária, apenas 8 pessoas serão alimentadas.
3. Protege seu organismo contra o câncer
Não são poucos os estudos que relacionam o consumo de ovos, carnes e laticínios ao aparecimento de diversos tipos de câncer. Entre os principais, estão o de estômago, o de cólon, o de próstata e o de mama.
4. Protege seu coração
Além de proteger contra diversos tipos de câncer, uma alimentação vegana é comprovadamente uma ferramenta poderosa na prevenção de doenças cardiovasculares.
5. Protege pessoas menos favorecidas
Segundo o Ministério do Trabalho, a atividade comercial brasileira que mais emprega mão de obra escrava ou em condições análogas à escravidão é a pecuária. Quando você escolhe cereais, frutas, hortaliças, sementes e outros vegetais de produtores próximos à sua residência, você está colaborando diretamente para um comércio mais justo e evitando a proliferação do trabalho escravo em nosso país.
6. Protege seu bolso
Porque verduras, cereais, frutas e legumes são sempre mais baratos que carne, ovos e laticínios. Embora a indústria pecuária consiga preços incrivelmente baixos para seus produtos – se considerarmos a destruição ambiental e toda a cadeia destrutiva que suas atividades movimentam -, uma alimentação baseada em vegetais é mais barata. Não estamos aqui falando de hambúrgueres vegetais industrializados ou salsichas de soja. Estes produtos, de fato, são muito mais caros do que os que são feitos de animais. Porém, se você e sua família focarem no consumo de alimentos saudáveis e in natura, como os que podem ser comprados na feira, certamente a economia será grande.
7. Salva animais de práticas cruéis nas atividades de entretenimento
Além de não se alimentar de nenhum produto de origem animal, veganos não colaboram com nenhum evento ou estabelecimento que explora animais. Na prática, isso quer dizer que veganos não frequentam zoológicos ou circos que utilizam animais em suas apresentações, além, é claro, de boicotar rodeios, vaquejadas, touradas e outras atividades do tipo.
8. Salva você de ficar comendo a mesma coisa para sempre
É quase unânime: o prato preferido da maioria da população é o famoso arroz, feijão e bife. Ao contrário do que as pessoas pensam, uma alimentação vegana é riquíssima em variedade de sabores e cores. Receitas veganas são facilmente encontradas na internet e já existem centenas de restaurantes pelo Brasil que oferecem preparações livres de ingredientes de origem animal. Quando uma pessoa decide se tornar vegana, automaticamente começa a se informar e conhecer novos sabores e conhece muito mais opções culinárias do que pessoas que ficam naquele famoso prato quase unânime.
9. Emprega mais pessoas e de forma mais justa
É preciso muito menos gente para o manejo de uma boiada do que em uma plantação variada de vegetais. A princípio, pode parecer que, já que não precisa de tanta mão de obra, a pecuária é mais eficiente. Na verdade, proporcionalmente ao número de áreas utilizadas, a pecuária emprega menos pessoas e distribui mal as riquezas geradas com a atividade exercida. Em outras palavras, a maior parte do dinheiro vai para as mãos de poucos latifundiários. Já em hortas, pomares e plantações, especialmente naquelas em que é utilizado o cultivo orgânico, a renda é dividida de forma mais igualitária e socialmente responsável.
10. Faz de você um consumidor mais consciente
As expressões “sustentabilidade” e “responsabilidade ambiental” são grandes conhecidas de todos nós e são comuns na grande mídia. Mas, será que realmente sabemos o que elas querem dizer? Quando uma pessoa decide não mais colaborar com a dor dos animais e com a devastação do meio ambiente, ela consegue enxergar as coisas de outra forma. Gradativamente e sem parar nunca de aprender, consumidores veganos tendem a estar mais bem informados sobre os processos de fabricação e os impactos que todos os produtos que compramos geram.
11. É fácil
Depois de ler tudo isso e chegar até aqui, talvez você esteja concordando que faz sentido realmente ser vegana(o), mas deve estar receosa(o) de quão difícil deve ser não comer queijo ou beber leite ou mesmo deixar de comer churrasco e outros pratos com carne. Toda mudança, no início, pode causar certa confusão. Mas, quando se tem um motivo realmente digno de nossa atenção, as coisas ficam mais fáceis. Saiba que veganos comem churrasco, estrogonofe, coxinhas, sorvete, pizzas e tudo mais que uma pessoa que não é vegana come, só que tudo preparado de uma outra forma, claro.
Vamos tentar? Temos documentários e um livro de receitas como presentes para você
Se você está realmente interessada(o) a ir adiante e adotar o veganismo em sua vida, acesse www.sejavegano.com.br e aprenda um pouco mais. Além disso, lá você baixa um livro de receitas veganas, assiste e baixa documentários gratuitamente e se informa sobre onde ficam os restaurantes que oferecem comida vegana. Tente, você vai gostar de ser vegana(o).
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Depois de Blairo Maggi como presidente da Comissão de Meio Ambiente do Senado (relembre), mais uma péssima notícia para quem se importa com os animais e com o meio ambiente
Em visita à capital do Mato Grosso do Sul, Campo Grande, no final do mês de abril, o Ministro dos Esportes Aldo Rebelo disse que vai lutar para que atividades como rodeios, vaquejadas e provas de “laço comprido” sejam reconhecidas como esporte no Brasil. As provas de “laço comprido”, também conhecidas como “tiro de laço”, consistem em um peão montado em um cavalo laçar um filhote de boi que foge em disparada. Não raramente, os trancos ocasionam lesões irreversíveis nos animais, especialmente na área da coluna.
Foi Rebelo que, em 2011, propôs o polêmico novo Código Florestal, claramente em defesa dos interesses ruralistas e contra o meio ambiente.
Durante a visita à Campo Grande, Rebelo se assistiu a uma prova de “laço comprido”, como publicou em seu Twitter (veja aqui), e visitou o governador André Puccinelli. Aproveitou a passagem para assinar um termo de permissão de uso de uma área próxima à rodovia BR-262, onde deverão ser construídas arenas para práticas comprovadamente de maus-tratos aos animais como rodeios e provas de “laço comprido”.

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Um filme para assistir com a família e com os amigos
O filme Making The Connection (Fazendo a Conexão) tem 31 minutos e traz uma série de depoimentos de veganos da Inglaterra. Entre os entrevistados, uma nutricionista, um chef de cozinha e a superatleta Fiona Oakes, que recentemente bateu o recorde da “maratona mais gelada do mundo”, no Pólo Norte (relembre aqui).
O documentário é extremamente agradável e informativo. Desta vez – ao contrário dos documentários que mostram mortes de animais -, o foco são os benefícios do veganismo para os animais, para o meio ambiente e para a nossa saúde.
Making The Connection foi produzido pela Environment Films para a Vegan Society. No Brasil, a legendagem e o lançamento ficaram com a SVB (Sociedade Vegetariana Brasileira).
Assista ao vídeo | Youtube | Download (281mb / .avi)

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Alegres, espertos, curiosos, independentes e muito, muito inteligentes
Uma publicação no site oficial do canal Animal Planet, da Discovery, colocou os porcos no topo da lista de animais mais inteligentes do mundo. Segundo a matéria, intitulada “Os 5 animais mais inteligentes do planeta” (veja aqui), os porcos têm habilidades que superam as dos cães e até as dos chimpanzés.
Os métodos com que cientistas medem o nível de inteligência dos animais são questionáveis mas, pelo menos, geram resultados que fazem as pessoas repensarem seu tratamento em relação a eles. Não há notícias de violência física nestes tipos de análises, mas, ainda assim, um laboratório nunca será o lugar de qualquer animal. Em sua maioria, os testes são simplesmente de observação e de treinamento com brincadeiras.
Em um destes estudos, cientistas colocaram porcos em frente a uma tela com um cursor que poderia ser movimentado facilmente com os focinhos deles. A tela mostrava imagens geométricas simples e, ao toque do focinho do porco, a imagem mudava. Os resultados mostraram que os porcos têm a plena consciência e habilidade para não ficar olhando para uma imagem repetida. Eles sabiam quais já tinham visto e queriam ver mais, aprender mais.
Outra forma comumente utilizada para medir o nível de inteligência de um animal é saber o quanto ele é capaz de aprender. É um método usado também por quem convive com um animal de estimação, que sempre garante que o seu melhor amigo é também o mais inteligente do mundo.
Estudos de comportamento revelaram que os porcos têm capacidade de aprender e sua inteligência é comparada a de uma criança de três anos. Diferentemente do que se faz com cachorros, é impossível enganar um porco com petiscos por muito tempo. Eles são independentes e gostam de resolver problemas sozinhos.
Eles adoram estar limpos e seguros
Ao contrário do que muita gente pensa, os porcos não são animais sujos. Eles adoram correr na grama e estar perto das pessoas e dos outros animais, mas são geralmente jogados em chiqueiros para viver em cima de seus próprios excrementos ou jogados em galpões industriais com milhares de outros. A imagem de porcos sujos é o que temos em mente porque é assim, infelizmente, que os tratamos. Definitivamente não é justo.
Eles sabem o que está acontecendo e dão valor à vida
Em julho de 2012, um grupo de cientistas especializados em estudos da consciência publicou um documento afirmando que os animais têm consciência e prezam por sua vida. Philip Low, pesquisador da Universidade Stanford, no Canadá, e outros 25 neurocientistas de todo o mundo concluíram que as estruturas cerebrais que produzem a consciência em humanos também existem nos animais. “As áreas do cérebro que nos distinguem de outros animais não são as que produzem a consciência”, diz Low.

É claro que o nível de inteligência dos animais não deve definir qual será explorado e morto pela indústria. Nenhum deles deve ter este destino. Mas, é uma curiosidade comum saber quais são os animais mais inteligentes e esperamos que estas informações possam fazer você repensar suas refeições daqui para frente. Os animais que o ser humano escolheu para explorar financeiramente e matar são os mais dóceis. Estes animais são como crianças, esperam nossa proteção.
Segundo dados recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), um porco é morto por segundo no Brasil. Você não leu errado, é por segundo mesmo (veja aqui). Estes números consideram apenas os animais mortos em lugares legalizados, ou seja, estamos diante de um holocausto velado.
Existem milhões de pessoas no mundo todo que já escolheram viver sem prejudicar os animais. Se você se identifica com isso, recomendamos que acesse www.sejavegano.com.br e veja os primeiros passos para se tornar vegana(o). No site, você vai encontrar informações amigáveis, dicas de receitas e de documentários para assistir com a família e amigos.

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Mais informação para todos os consumidores, maior direito de escolha
O PL 5199/2013, que obrigará empresas que comercializam produtos alimentícios no Brasil a indicar no rótulo se há ingredientes de origem animal na fórmula, acaba de dar mais um passo rumo à aprovação.
No último dia 11, o projeto foi apensado ao PL 3479/2004. Isso significa que, por ter praticamente o mesmo propósito, os dois PL’s são “anexados” e tramitam juntos.
Já em 2004, o então deputado federal Leonardo Mattos (conheça), hoje vereador em Belo Horizonte, citou os vegetarianos na justificativa de sua proposição. Com as propostas apensadas, podemos ter em breve uma lei que, além de obrigar a frase “Possui ingredientes de origem animal” nos produtos industrializados, obrigará também restaurantes e outros estabelecimentos que comercializam alimentos sem embalagem a informar de forma clara se há matéria-prima de origem animal nos pratos. Agora, os dois PL’s (PL 5199 e PL 3479) caminham juntos pelo mesmo objetivo.
Na segunda-feira (15), o PL 5199 (com o 3479 apensado, claro) chegou à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) e aguarda, desde então, a designação de um relator.
Assim que esta pessoa for designada, publicaremos para que todos, juntos, possamos entrar em contato pedindo um parecer favorável para este PL mais que importante.
Segundo a assessoria do deputado federal Ricardo Izar Jr (conheça), autor do PL 5199, até agora a tramitação está dentro do esperado e todos do escritório estão otimistas quanto à aprovação.
O que você, leitor, pode fazer agora para ajudar é assinar a petição colocada no site www.pl5199.com.br. Clique no botão “Sou a Favor” e faça parte do grupo com milhares de pessoas que estão acompanhando e apoiando de perto esta tramitação.
Você sabe onde está a maior parte das pessoas que se declaram vegetarianas no Brasil?
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É da pequena cidade de Itanhandu, que fica a 400 km de Belo Horizonte e tem apenas 14 mil habitantes, a maior granja industrial da América Latina.
Em unidades espalhadas por Mato Grosso, Rio de Janeiro e na própria cidade de Itanhandu, a Granja Mantiqueira mantém cerca de 11 milhões de galinhas presas em gaiolas de bateria, que é o sistema padrão da indústria de ovos. Neste tipo de criação, estima-se que cada galinha passe a vida inteira no espaço de uma folha A4, sem nunca poder esticar as asas ou expressar seus comportamentos naturais. Em outras palavras, são tratadas como máquinas.
Durante entrevista ao jornalista Salomão Schvartzman, da Band News, em fevereiro, o fundador da Granja Mantiqueira, Leandro Pinto, revelou o tempo de vida médio das galinhas e o destino que sua empresa dá a elas (assista aqui). O jornalista mostrou-se uma espécie de “entusiasta dos ovos”, declamando um texto bizarro – e provavelmente patrocinado – ao final da entrevista.
“Os pés vão para a China e as cristas vão para o Japão”
Segundo Leandro, as galinhas são interessantes para a empresa durante 70 semanas, período em que consegue manter o ritmo de postura de ovos exigidos pela indústria. Passado este tempo, elas são vendidas para um matadouro. Entre sorrisos, o empresário contou ainda que os pés das galinhas vão para a China e as cristas vão para o Japão. O restos dos corpos têm destinos variados (que incluem virar ração para as galinhas que ainda estão vivas, em alguns casos).
Pintinhos triturados vivos
Leandro não contou na entrevista, mas sabe-se que todos os pintinhos do sexo masculino que nascem na indústria dos ovos são triturados vivos para virar ração ou outros produtos derivados, conforme frequentes denúncias das ONGs de proteção dos animais. É uam prática comum e legalizada na indústria. Veja um dos casos, clique aqui.
Tenha uma atitude digna de quem se revolta contra maus-tratos aos animais
Se você não concorda com a exploração de animais e não os enxerga como recursos, você tem grandes chances de adotar uma filosofia de vida vegana em sua vida nos próximos minutos. Acesse www.sejavegano.com.br e saiba melhor do que se trata.
É da pequena cidade de Itanhandu, que fica a 400 km de Belo Horizonte e tem apenas 14 mil habitantes, a maior granja industrial da América Latina. Em unidades espalhadas… Saiba mais

Após o resgate, os animais foram levados para um local seguro, onde viverão com dignidade e livres de exploração.
Na quarta-feira (3), pessoas vestidas de preto com máscaras e equipamentos de investigação invadiram uma indústria de produção de ovos e levaram 105 dos milhares de animais que estão sendo explorados lá. A ação foi assinada pelo grupo “269life” (site) e tem intuito educativo.
Em nota, o “269life” afirmou: “Estivemos investigando este lugar e estamos mostrando agora as imperdoáveis e chocantes evidências da típica e desemfreada crueldade que há lá. Animais inocentes são sujeitos a isso em toda a indústria de produtos de origem animal.”
Como era previsto, os ativistas encontraram animais em estado deplorável, amontoados e tratados como máquinas. Todos que eles conseguiram pegar (105) estão recebendo cuidados veterinários e carinho, longe da indústria.
Vídeo da ação | Youtube
Faça alguma coisa para mudar esta triste realidade
Se você também não concorda com a exploração e o assassinato de animais, adote o veganismo em sua vida. Primeiros passos: www.sejavegano.com.br.

Após o resgate, os animais foram levados para um local seguro, onde viverão com dignidade e livres de exploração. Na quarta-feira (3), pessoas vestidas de preto com máscaras e equipamentos… Saiba mais

A Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro representa a maior rede pública de ensino da América Latina, com 1.074 escolas que atendem 680.708 alunos
As escolas municipais do Rio de Janeiro dependem apenas da sanção do prefeito Eduardo Paes para começarem a receber merenda vegetariana. De autoria do vereador Dr. João Ricardo (site), que também é médico, o Projeto de Lei 1226/2011 (veja aqui) foi aprovado na última quinta-feira (4) e segue para apreciação do prefeito.
No texto de justificativa do PL, o vereador cita a violência contra os animais como uma das razões para que o projeto vire lei: “Além da morte violenta e injusta, recebem ainda tratamento desumano durante toda a vida. Mutilados e mantidos em instalações superlotadas, são manipulados sem escrúpulos de forma a produzir maiores lucros para os criadores.”
Como médico cirurgião do Hospital Miguel Couto desde 1995, o vereador cita também as questões de saúde para justificar sua proposta, argumentando que uma alimentação vegana é a melhor para o ser humano: “Estatisticamente, é entre os consumidores de carne, ovos e laticínios que há maior incidência de males cardiovasculares, artrite, diabetes e osteoporose.”
O projeto propõe ainda que todo pai ou responsável responda se o aluno é vegetariano ou não no momento da matrícula.
Quando sancionada – o que deve acontecer em breve -, a nova lei garantirá merenda vegetariana uma vez por semana em todas as escolas municipais do Rio de Janeiro e será estendida para mais dias, conforme a aceitação dos alunos.
A Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro representa a maior rede pública de ensino da América Latina, com 1.074 escolas que atendem 680.708 alunos As escolas municipais do… Saiba mais

Não ignore os assassinatos que acontecem exatamente embaixo do seu nariz
No começo do ano, a rede norte-americana McDonald’s lançou uma campanha audaciosa que pretendia mostrar de onde vem a carne dos hambúrgueres que eles vendem (relembre aqui). O alvo da campanha foi a América Latina. Nos filmes publicitários, atores apresentavam toda a cadeia produtiva da carne com imagens bucólicas e conteúdo leve e agradável – exatamente o oposto à realidade. O marketing do McDonald’s coletou depoimentos falsos de produtores e fez um belo trabalho de enganar o público.
A ONG “Elige Veganismo” (Escolha Veganismo), do Chile, resolveu ir atrás dos produtores que a campanha chilena do McDonald’s mostrava na TV. Como era de se esperar, os ativistas encontraram um cenário completamente diferente do sugerido nas propagandas.
Animais doentes, sujos, humilhados, espancados e sofrendo todo tipo de abuso são, na realidade, o principal ingrediente dos hambúrgueres do McDonald’s. Com câmeras escondidas, os investigadores conseguiram entrevistas impressionantes sobre os processos das fazendas que fornecem carne à rede de lanchonetes.
Intitulada de “Más allá de la hamburguesa” (Além do hambúrguer), a investigação da ONG faz uma referência à campanha do McDonald’s que, no Brasil, saiu com o nome de “Além da cozinha”.
O publicidade da campanha no Chile cita duas fazendas produtoras como parceiras no fornecimento de carne: “Rinconada” e “San Ricardo”. Com câmeras escondidas, os ativistas entrevistaram funcionários das duas fazendas que garantiram que não fornecem para o McDonald’s e que apenas permitiram que a rede gravasse a campanha em suas terras. A filha do dono de uma das fazendas, inclusive, disse que a carne de hambúrgueres vem de vacas doentes, compradas a preço baixo em leilões do setor e também de bezerros que não estão se desenvolvendo como o esperado ou que são descartados da indústria do leite.
No site da denúncia (www.masalladelahamburguesa.com), os ativistas alegam que não esperavam que o McDonald’s mentisse até nisso. Intrigados, chegaram ao único matadouro autorizado a fornecer carne à rede dentro do Chile, o matadouro Mafrisur.
Após dias de espionagem, a ONG Elige Veganismo coletou material suficiente para fazer um pequeno documentário, que você assiste abaixo. Os ativistas registraram a chegada das vacas doentes, vindas de fazendas leiteiras, e de bezerros assustados. Tratados como lixo dentro do Mafrisur, os animais apanham na cara o tempo todo, são chutados, espetados e humilhados de todos os jeitos para que andem em direção à sua morte.
Assista ao vídeo | Youtube
Como não colaborar mais com isso
Quando você compra carne, laticínios (queijo, iogurtes, leite e outros derivados), ovos e qualquer outro produto de origem animal, está colocando seu dinheiro em uma indústria suja que vê os animais como números e os explora até a última gota de sangue. Acesse o site www.sejavegano.com.br e veja os primeiros passos para adotar um estilo de vida livre de crueldade. No link, receitas, dicas e muita informação.
O ViSta-se parabeniza o bom trabalho e coragem dos ativistas da ONG Elige Veganismo.
ONG Elige Veganismo: Facebook

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Durante os 20 minutos em que você almoça, mais de 200 mil animais são assassinados apenas no país do samba e da pecuária
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) publicou nesta quarta-feira (27/03/2013) os números da pecuária brasileira no ano de 2012 (veja aqui). Infelizmente, o país mantém a triste marca de matar, a cada segundo, um boi, um porco e 166 frangos. Sim, você não leu errado, estes números são referentes a um segundo.
A indústria pecuária comemora o aumento dos assassinatos de bovinos e suínos e relata leve queda nas mortes de frangos. Apenas em 2012, o Brasil matou 31,118 milhões de bovinos. Entre eles, os bois nascidos de inseminação artificial para crescerem e serem assassinados e vacas que não atenderam mais os anseios da indústria leiteira. Sim, se você consome laticínios, saiba que o seu dinheiro ajudou estas empresas a derramar o sangue destes animais. Cada segundo de 2012 trouxe a morte de um boi ou vaca.
Ainda durante os 12 meses do ano de 2012, o nosso país tirou a vida de 35,980 milhões de porcos. Sim, aquele animalzinho dócil e brincalhão que estrelou o filme “Baby”, na década de 90. Imagine um animalzinho curioso daquele tendo seu corpo perfurado a cada segundo.
Apesar destes números serem realmente chocantes, os animais que mais são assassinados pela indústria brasileira são os frangos. De janeiro a dezembro de 2012, 5,238 bilhões de animais tiveram suas gargantas cortadas nos matadouros de aves do Brasil. Este número corresponde à triste média de 166 animais por segundo.
Estes números não englobam a morte de outros animais considerados de consumo em nosso país como peixes, carneiros, jacarés, capivaras, codornas e tantos outros. Enquanto você lia esta matéria, lá fora, nos matadouros, cerca de 20.160 animais foram assassinados e terão seus pedaços expostos em um supermercado próximo à sua residência nos próximos dias. Por favor, não compre e nos ajude a reverter este quadro. Acesse www.sejavegano.com.br e encontre dicas e primeiros passos para uma vida livre de crueldade.

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Durante os 60 segundos do vídeo, 60 bois, 60 porcos e 10.000 frangos serão assassinados pela pecuária brasileira. Os dados são do IBGE (veja aqui).
Ao contrário da maior parte dos vídeos de campanhas em favor dos Direitos Animais, a nova peça publicitária do grupo NãoMate.org consiste em cenas conceituais sobre o poder que temos de mudar o destino dos animais apenas por nossas escolhas.
As imagens foram captadas no estado do Pará e mostram animais em um curral assustados, à espera do abate eminente. Ao lado, um matadouro típico das cidades do interior, um grande galpão equipado com marretas, cordas e ganchos. Embora pareça um lugar atrasado e fora dos padrões da vigilância sanitária, estima-se que 30% da carne comercializada no Brasil saia de lugares assim.
Com a frase “Você tem escolha, não mate”, o vídeo termina e deixa a questão na mão de quem realmente pode resolver toda essa situação: o consumidor. Ao escolher o que você consome, você usa ou não a marreta que aparece no vídeo.
Faça escolhas veganas, saiba como em www.sejavegano.com.br.
Assista ao vídeo | Vimeo
