
Mais um exemplo de que o ser humano não entendeu ainda que todos os animais sentem dor e sofrem como nós
A Tesco, principal rede de supermercados do Reino Unido, retirou voluntariamente 900 milhões de reais em hambúrgueres de suas lojas esta semana. Autoridades sanitárias da Irlanda detectaram DNA de cavalos e porcos em hambúrgueres de carne de bois vendidos nas lojas da Tesco e em outros supermercados da Irlanda e da Inglaterra.
Segundo a “Food Safety Authority of Irelandâ€, os hambúrgueres avaliados continham 27% de carne de cavalo e cerca de 23% de carne de porco, mas eram vendidos como bovinos.
Como equinos não são considerados comida em muitos paÃses, embora sejam idênticos a porcos e a bois em sua capacidade de sentir dor, a notÃcia foi parar em todos os principais jornais do mundo e a empresa rapidamente mandou retirar os produtos de suas lojas e pediu desculpas aos clientes, para evitar maiores prejuÃzos à imagem da marca.
O Brasil é um dos maiores exportadores de carne de cavalo
O que muita gente não sabe é que o Brasil é um dos maiores nomes mundiais em mortes de cavalos para consumo. Há mais de 50 anos, uma empresa localizada em Araguari, Minas Gerais, compra cavalos que não servem mais para o trabalho forçado, mata e vende os corpos em pedaços, principalmente para o mercado Europeu.
Ironicamente, o nome da empresa é “FrigoÃfico Prosperidadâ€. O matadouro mantém uma marca de carnes de cavalo chamada “Fava†e tem parcerias sólidas com a prefeitura da cidade de Araguari, municÃpio que fica a 671 km de Belo Horizonte e tem pouco mais de 100 mil habitantes.
Em seu site (veja aqui), a empresa explica detalhadamente todos os procedimentos e alega que a carne de cavalo é saborosa e saudável. No Youtube é possÃvel assistir a um vÃdeo que mostra a empresa por dentro (assista aqui).
Não concorda com a exploração e morte de animais? Dê uma chance ao veganismo
Milhões de pessoas em todo o mundo têm se dado conta de que não é necessário comer animais para ter uma vida saudável. Na verdade, pesquisas mostram que uma alimentação livre de proteÃnas de origem animal e gordura saturada garante uma vida mais longa e mais saudável. Entenda mais sobre a filosofia de vida chamada “veganismo”: www.sejavegano.com.br.
Mais um exemplo de que o ser humano não entendeu ainda que todos os animais sentem dor e sofrem como nós A Tesco, principal rede de supermercados do Reino Unido,… Saiba mais

Você vai se emocionar com a história real de animais que escaparam de matadouros
Com apenas 10 minutos, o documentário narrado pelo humorista norte-americano Steve-O vai fazer você pensar e, possivelmente, se emocionar. Steve-O se tornou vegano em agosto de 2009 e, desde então, vem mostrando que realmente leva a sério o veganismo com muitas ações em favor da divulgação da filosofia de vida vegana.
Sinopse
Em “O que veio antes?”, Steve-O mostra 3 histórias incrÃveis de animais que, após tragédias naturais, conseguiram escapar de matadouros nos EUA e hoje vivem em um dos mais famosos abrigos para animais do mundo, o “Farm Sanctuary” (Fazenda Santuário).
O documentário foi produzido pela Farm Sanctuary e legendado em português pela voluntária Irene Pontes, de Juiz de Fora-MG.
Você vai se emocionar com a história real de animais que escaparam de matadouros Com apenas 10 minutos, o documentário narrado pelo humorista norte-americano Steve-O vai fazer você pensar e,… Saiba mais

A data integra o Calendário Oficial do Estado de São Paulo a partir desta quinta, 10 de janeiro
O Governador do Estado de São Paulo Geraldo Alckmin e a Assembleia Legislativa promulgaram a LEI Nº 14.936, DE 9 DE JANEIRO DE 2013, que instituà o Dia Estadual do Vegetarianismo, a ser comemorado, anualmente, todo dia 1º de Outubro.
A notÃcia foi publicada nesta quinta-feira (10) no Diário Oficial do Estado de São Paulo (veja aqui). A nova lei é resultado da iniciativa do Deputado Estadual Padre Afonso Lobato, do Partido Verde, e a data escolhida é a mesma do Dia Mundial do Vegetarianismo.
Se achar conveniente, entre no site do deputado e agradeça o feito, clique aqui. Se preferir, envie um e-mail para assessoria@padreafonso.com.br.
Abaixo, o texto da publicação feita no Diário Oficial em 10 de janeiro de 2013:
LEI Nº 14.936, DE 9 DE JANEIRO DE 2013
(Projeto de lei nº 400/12, do Deputado Afonso Lobato – PV)
Institui o “Dia Estadual do Vegetarianismoâ€
O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO:
Faço saber que a Assembleia Legislativa decreta e eu promulgo a seguinte lei:
Artigo 1º – Fica instituÃdo o “Dia Estadual do Vegetarianismoâ€, a ser comemorado, anualmente, em 1º de outubro.
Artigo 2º – A data que trata esta lei passa a integrar o Calendário Oficial do Estado.
Artigo 3º – Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.
Palácio dos Bandeirantes, 9 de janeiro de 2013.
GERALDO ALCKMIN
Giovanni Guido Cerri (Secretário da Saúde)
Eloisa de Sousa Arruda (Secretária da Justiça e da Defesa da Cidadania)
Edson Aparecido dos Santos (Secretário-Chefe da Casa Civil)
Publicada na Assessoria Técnico-Legislativa, aos 9 de janeiro de 2013.

A data integra o Calendário Oficial do Estado de São Paulo a partir desta quinta, 10 de janeiro O Governador do Estado de São Paulo Geraldo Alckmin e a Assembleia… Saiba mais

Batons, esmaltes e qualquer outro item de beleza ou higiene pessoal testados em animais não são mais aceitos no paÃs
Já está valendo a lei que proÃbe a fabricação e a venda de cosméticos testados em animais em Israel. A medida vale também para todos os produtos de higiene pessoal. O polÃtico israelense Eitan Cabel declarou que a nova lei é “uma verdadeira revolução na proteção animal de Israel”. Apesar da boa notÃcia, a lei abre exceção para produtos médicos. “Com essa lei, esperamos criar uma mudança de percepção que vai proibir os testes em animais por completo, no futuro.”, disse Cabel.
Leia também
Batons, esmaltes e qualquer outro item de beleza ou higiene pessoal testados em animais não são mais aceitos no paÃs Já está valendo a lei que proÃbe a fabricação e… Saiba mais

Pouco comum na Europa, consumo de carne de cães causa polêmica
Uma prática relativamente comum em paÃses asiáticos como a China e o Vietnam foi denunciada nesta terça (01) pelo jornal britânico Mail Online.
Na matéria (leia aqui, em inglês), o jornal afirma que o consumo de carne de cachorro por fazendeiros da SuÃça é mais comum do que se poderia imaginar. Como o consumo de animais considerados de estimação é proibido no paÃs, os fazendeiros preferem o anonimato, mas concordaram em dar sua opinião sobre o caso.
“Não há nada de estranho nisso. Carne é carne.â€, disse um morador, justificando a prática da criação e morte de cães. Eles fazem questão ainda de dizer que é pura hipocrisia aceitar o consumo de diversas espécies de animais e não aceitar que eles matam e comem cachorros. Os fazendeiros temem uma revolta dos protetores de cães e gatos e de outros moradores da região de Appenzell, onde moram, que não concordam com a atividade.
Na região, que fica quase na fronteira com a Alemanha, os fazendeiros consomem e distribuem a carne dos cachorros entre os vizinhos e amigos. Outro fazendeiro revelou que é um amigo açougueiro que mata os bichos para ele e completou dizendo que a carne é preparada de um modo que ninguém sabe o que é, quando está pronta.
Pouco comum na Europa, consumo de carne de cães causa polêmica Uma prática relativamente comum em paÃses asiáticos como a China e o Vietnam foi denunciada nesta terça (01) pelo… Saiba mais

No grupo dos heróis modernos, este brasileiro faz um trabalho difÃcil e necessário
Natural de Santa Cruz do Sul, cidade de pouco mais de 100 mil habitantes, que fica a 150 km de Porto Alegre, Jonas Amadeo Lucas, conhecido como Jon Amad, vive em Madri, na Espanha, e dedica todo o seu tempo para a causa animal. Jon é um fotógrafo especializado em fotografia documental e investigativa e faz trabalhos com ONGs de todo o mundo.
Confira abaixo o bate-papo que o ViSta-se teve com ele, sobre seu dia a dia.
ViSta-se: Jon, quando você se tornou vegano e quais seus principais motivos para seguir a filosofia de vida vegana?
Jon: Em 2007, estava fazendo uma pesquisa acadêmica sobre a relação entre o comunicador e o receptor e me deparei com informações sobre como nos relacionamos com os outros animais. Imediatamente comecei a me aprofundar mais e mais no conceito de especismo e em como essa discriminação afetava negativamente as outras espécies. Foram duas semanas sem descanso. Me lembro de sair pela rua e sentir como se o mundo tivesse mudado ao meu redor: havia aberto os olhos, havia tomado a decisão de deixar de consumir animais. Uma noite, joguei tudo que não era vegano no lixo: foi a melhor coisa que fiz em minha vida.
Há quanto tempo você vive na Espanha? Como e quando começou a se envolver com a ONG Igualdad Animal?
Vivo na Espanha há quase seis anos. Um dia, caminhando pela rua, em Sevilla, me deparei com um pequeno cartaz onde se lia “Quer saber como ajudar aos animais?†e as informações sobre uma palestra. Fiz uma foto e algumas semanas depois estávamos eu e outras três pessoas em um salão onde cabiam quarenta. Nesse dia, escutei a fantástica palestra de Conchi Ponti – coordenadora da Igualdad Animal em Andaluzia – e tive certeza de que tinha que fazer muito mais, que somente ser vegano não era o bastante, tinha que ser ativista. Igualdad Animal estava em seu começo, e desde então, trabalho de forma consistente como fotógrafo e investigador.
Uma curiosidade é que, naquela ocasião, Conchi usava uma foto minha em sua apresentação. Era minha primeira foto de direitos animais de uma galinha protegendo seus filhos, que fiz em uma granja no interior do Rio Grande Do Sul, em uma viagem logo depois que me tornei vegano.

Jon no Facebook | Site oficial | Site da Igualdad Animal
Em quais paÃses já fez investigação fotográfica em favor dos animais?
Fiz investigações ou reportagens na Alemanha, Itália, Espanha, Portugal, Marrocos, Holanda, Polônia, França, México, Argentina e duas ou três fotos no Brasil, há cinco anos.
Como você consegue entrar nas fazendas?
Depende. Há casos em que preciso criar uma história para que pensem que vou comprar alguma coisa, contratar ou fornecer algum tipo de serviço que interesse ao explotador; em outros casos, tenho que me disfarçar ou – quando nada mais é possÃvel – preciso esperar que as luzes se apaguem para abrir a porta.
Você vai sozinho ou sempre é um grupo com múltiplas funções?
Depende do trabalho. Normalmente, é importante ter outra pessoa para gravar vÃdeo ou garantir a segurança, mas ainda que esteja trabalhando sozinho no local, sempre há outros ativistas trabalhando na investigação, seja buscando informações ou financiando o projeto.
Como fica a questão da emoção no momento das captações?
Muita gente me pergunta se com o tempo os olhos se acostumam. Pode ser que para alguém seja assim, mas para mim é o contrário. Cada vez é mais difÃcil testemunhar e registrar o que existe do outro lado das paredes ou dentro das jaulas. Por outro lado, nos dias mais duros, quando algum trabalho parace impossÃvel ou interminável, essa mesma dor é o que me faz seguir em frente, sem parar para descansar.
Durante o trabalho, algum animal morreu na sua frente?
Milhares. Me lembro particularmente de um dia em que, durante uma investigação de atuns na Itália, mataram mais de trezentos atuns a poucos centÃmetros de minha câmera. Ao terminar, estava coberto de sangue dos pés à cabeça e também a câmera (uma delas nunca mais voltou a funcionar). A sensação de impotência é inevitável quando se está com “alguém” que ainda vive, mas você já sabe que vai morrer em poucos minutos.
Você já chegou a se envolver com alguma situação a ponto de levar o animal para sua casa?
Nunca. Se houvesse resgatado cada animal que fotografei, teria parado na primeira granja e ninguém jamais conheceria suas histórias. Em uma investigação é importante ter claro o objetivo e registrar tudo que acontece, pois, infelizmente, são coisas que acontecem todos os dias em milhões de lugares e você só tem a oportunidade de testemunhar uma, e essa “uma” pode ser aquela imagem que fará com que mais pessoas se tornem veganas e, isso sim, vai salvar muito mais animais. Mas claro que me passa pela cabeça todo o tempo. Infelizmente, meu trabalho quase nunca tem um final feliz.
Há algum tipo de financiamento para equipamento, viagens, etc. ou você banca tudo do seu bolso?
Nenhum financiamento. Todo o meu equipamento é mantido por mim mesmo. Pelo tipo de exigência é um equipamento muito caro e, à s vezes, muito difÃcil de comprar ou manter. Houve uma vez, que para comprar o equipamento para uma investigação submarina, tive que sacrificar o aluguel e, para economizar o dinheiro necessário, tive que dormir no meu carro por um tempo.
Hoje, cada vez mais pessoas ajudam com doações, o que posibilita que mais investigações aconteçam. Os custos das viagens normalmente são pagos pela organização, mas os ativistas normalmente pagam parte dos gastos.
Você trabalha apenas com investigação de direitos animais?
Sim. Dedico cada minuto do meu tempo para lutar pelos animais.
Cite 5 fotos que realmente te emocionam e fale um pouco sobre cada uma delas.

Os olhos desesperados das mães prisioneiras nas granjas de reprodução de porcos é uma das coisas mais tristes que alguém pode ver. Em jaulas do tamanho do próprio corpo, sem poder jamais relacionar-se com seus filhos, nem virar ou alcançar o próprio corpo nem nunca ver a luz do sol ou pisar a grama.
•••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••

Muitos animais são usados para publicidade ou festas e ninguém se dá conta de que são indivÃduos escravizados que vivem separados de sua famÃlia em jaulas frias até o dia em que perdem o valor comercial e, portanto, suas vidas.
•••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••

SÃmbolo de liberdade, essa águia tentava voar e alcançar os céus, mas a corrente de 1M que a prendia fazia com que caÃsse uma e outra vez. As pessoas em volta comentavam algo, ou riam, e seguiam para ver a próxima jaula naquele zoológico.
•••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••

Tudo relacionado à s touradas é cÃnico e hipócrita.
•••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••

Da tradição muçulmana, a “Festa do Cordeiroâ€, assim como o Natal da tradição Cristã, está baseada na execução e consumo de animais. As crianças aprendem a “coisificar†os animais e brincam com aqueles que, há um minuto atrás, estavam vivos.
•••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••
Você pretende voltar a morar no Brasil algum dia e fazer este trabalho aqui?
Morar no Brasil seria impossÃvel, mas tenho alguns projetos de investigações que gostaria de fazer no Brasil, sem dúvida. Provavelmente irei no começo de 2013 para visitar minha familia e, com certeza, fazer valer a pena a viagem.
Com toda sua experiência dentro de fazendas, granjas e todos estes lugares de sofrimento, o que você poderia dizer a uma pessoa que acha difÃcil deixar de consumir laticÃnios, ovos e carnes?
A possibilidade de deixar de consumir produtos de origem animal não deve ser considerada de acordo com as mudanças que aportam ao consumidor, mas sim, de acordo com as mudanças que aportam ao que é consumido.
No grupo dos heróis modernos, este brasileiro faz um trabalho difÃcil e necessário Natural de Santa Cruz do Sul, cidade de pouco mais de 100 mil habitantes, que fica a… Saiba mais

Um novo marco no ativismo pelos Direitos Animais no Brasil
Idealizado por um ex-grande empresário da pecuária que se tornou vegetariano e ativista social, o curta “A Engrenagem” é uma peça única dentro das ferramentas de maior impacto na divulgação da filosofia de vida vegana. Muito bem produzido e com a participação voluntária do ator Eduardo Pires e da apresentadora Ellen Jabour, “A Engrenagem” promete abalar as estruturas da tal engrenagem, espalhando informações concisas e fundamentais sobre o consumo de produtos de origem animal.
O roteiro de Denise Tavares Gonçalves, a mesma que escreveu o “A Carne é Fraca”, grande sucesso do Instituto Nina Rosa, merece destaque dentro da obra. O texto de Denise realmente faz do “A Engrenagem” um documentário pequeno, completo e necessário.
Sinopse
A discussão sobre o veganismo e seus benefÃcios ao meio ambiente e ao futuro é extensa e muito mais complexa do que simplesmente parar de comer carne. Envolve a diminuição da poluição atmosférica, a preservação de recursos vegetais e hÃdricos, e muitas outras questões.
Numa linguagem descontraÃda, o filme tem a participação voluntária da modelo e apresentadora Ellen Jabour e do ator Eduardo Pires, ambos vegetarianos, e tem o objetivo de alertar e levantar algumas questões como “Você já se perguntou de onde vem nossa comida? Quais os impactos que ela nos traz?”. A Engrenagem responde.
Assista ao filme | Youtube | Baixar (Link direto – Tempo: 16:38 – Formato: .avi – Tamanho: 289mb)
Site oficial do filme | Site do Instituto Nina Rosa | INR no Facebook | INR no Twitter


CRÉDITOS “A ENGRENAGEMâ€
Idealização
Paulo Vasconcellos
Realização
Instituto Nina Rosa
Apoio
TV Bicho
Com
Ellen Jabour
Eduardo Pires
Artistas participaram voluntariamente
Roteiro e Direção
Denise Tavares Gonçalves
Inspirado em
Story of Styff (A História das Coisas)de Annie Leonard
Estúdio de Animação
Cosmic Cartoons
Direção de Animação
Airon Barreto
Animação
Airon e Jorge Barreto
Produção de animação
Deise Ueda
Edição
João Carlos Landi Guimarães
Música e Sound Design
Thiago Gobet
Produção
Mônica Buava Caliman
Nina Rosa Jacob
Fact Checking
Adriana Conceição
Direção de Fotografia
Bruce Douglas
Iluminação
Alexandre Haroldo do Nascimento
Operadora de som
Amanda Cristina Paulo
Ajudantes
Renato Kokó e Rodrigo Felix
Maquiagem e figurino
Marlene Badaró
Fotografia Making of
Kaio Otis e Karina de Oliveira
Assessoria de Imprensa
Cida Candido
Um novo marco no ativismo pelos Direitos Animais no Brasil Idealizado por um ex-grande empresário da pecuária que se tornou vegetariano e ativista social, o curta “A Engrenagem” é uma… Saiba mais
Acesse: www.vista-se.com.br/diadosanimais
04/10 • Dia dos Animais | Manifesto
Só hoje, serão mortos 80.000 bois, centenas de milhares
de frangos, peixes e porcos no Brasil. Neste exato momento,
existem 26 milhões de vacas sendo exploradas pela indústria
do leite, queijo e outros laticÃnios. Depois de alguns anos de
tortura e exploração, elas também serão mortas.
Bilhões de galinhas estão trancadas e amontoadas em gaiolas
minúsculas para que você possa comer ovos. Em apenas uma
grande granja de ovos, cerca de 1.500 filhotes machos são
mortos por dia apenas pelo fato de terem nascido machos e
não darem lucro para a indústria. No fim, as galinhas poedeiras
serão mortas para dar lugar a outras mais jovens e produtivas.
Temos, no Brasil, milhares de lugares onde as paredes estão
repletas de sangue, dor e gritos daqueles que não sabem se
defender. Nestes lugares, chamados matadouros, a pureza e a
inocência do olhar de um animal escorrem pelo ralo junto ao
seu sangue e se perde.
Vivemos em uma sociedade que negocia “farinha de ossosâ€,
“gelatina†(tendões e cartilagens), “sangue coagulado†e
outros produtos que deixam claro o processo de “fabricaçãoâ€.
Por favor, nos ajude a acabar com isso.
acesse www.sejavegano.com.br e saiba como.
Acesse: www.vista-se.com.br/diadosanimais 04/10 • Dia dos Animais | Manifesto Só hoje, serão mortos 80.000 bois, centenas de milhares de frangos, peixes e porcos no Brasil. Neste exato momento, existem 26… Saiba mais

Baixe gratuitamente, imprima e comece sua própria campanha em favor dos animais
Um folheto simples mas que pode ser poderoso para salvar a vida de milhões de animais mortos todos os meses no Brasil. Com o tÃtulo de “4 motivos para você conhecer o veganismo”, o novo folheto do ViSta-se traz informações atualizadas e instigantes acerca da filosofia de vida vegana e, principalmente, dos hábitos comuns à maior parte da população.
O folheto está disponÃvel em 2 formatos: A4 (sulfite comum) e A5 (metade de uma folha sulfite, 2 por página) e pode ser distribuÃdo sem prévia comunicação ao ViSta-se.
Baixe gratuitamente, imprima e comece sua própria campanha em favor dos animais Um folheto simples mas que pode ser poderoso para salvar a vida de milhões de animais mortos todos… Saiba mais

Sem cenas de violência fÃsica, o vÃdeo choca quem tem compaixão
Rotina nas fazendas de leite, a separação entre mãe e bebê é um dos momentos mais chocantes para todos que puderam presenciar a cena. Mesmo quem vive deste mercado, fazendeiros e veterinários da área, afirmam, em sua maioria, que o momento é realmente muito triste. Muitos relatam que a vaca fica chamando por seu filhote por até 20 dias, extremamente triste.
Nos ajude a acabar com isso
Por favor, considere não financiar mais este mercado. Conheça os problemas do consumo de laticÃnios em www.vista-se.com.br/leite e aprenda os primeiros passos para uma vida vegana em www.sejavegano.com.br.
VÃdeo com legendas – clique em “CC” | Youtube
Sem cenas de violência fÃsica, o vÃdeo choca quem tem compaixão Rotina nas fazendas de leite, a separação entre mãe e bebê é um dos momentos mais chocantes para todos… Saiba mais
O novo escândalo surge pouco tempo depois da polêmica da soda cáustica no leite
Uma operação do Ministério Público do Rio Grande do Sul prendeu 9 pessoas nesta quarta-feira (8) acusadas de envolvimento no mais novo escândalo alimentar brasileiro. Transportadoras especializadas em produtos lácteos misturavam água e um tipo de adubo com uréia e formol no leite para aumentar a quantidade e, assim, alavancar os lucros.
Após alguns meses de investigação, os policiais chegaram a um sÃtio na cidade de Ibirubá e descobriram onde parte do leite era adulterada. Sem qualquer preocupação com a higiene, caminhões de leite recebiam a mistura de água não tratada e um tipo de adubo, que contém uréia e formol, tudo era armazenado em caminhões sem refrigeração e seguia para empresas de embalagem. No mesmo sÃtio, havia criação de porcos.
Segundo os resultados das perÃcias, 10% do leite vendido por estas empresas no último ano era pura água com adubo. O adubo servia para disfarçar a quantidade de água adicionada ao leite e garantia que o produto passasse nos testes proteicos.
A investigação não apontou as empresas que vendem ao consumidor como culpadas e sim as transportadoras, mas a promotoria do caso acusa estas empresas de falharem nos testes de qualidade. Elas receberam leite contaminado por mais de um ano, não identificaram que o produto continha adubo, embalaram venderam as caixas de leite aos consumidores.
A justiça recomenda que o consumidor evite o consumo destes produtos, especialmente dos seguintes lotes:
Italac Integral | Lotes L05KM3, L13KM3, L18KM3, L22KM4 e L23KM1
Italac Semidesnatado | L12KM1
Bom Gosto/LÃder UHT Integral | Lote TAP1MB
Mumu UHT Integral | Lote 3ARC
Latvida UHT Desnatado | Lote 37/661
Latvida UHT Semidesnatado | Lote 48/661
Latvida UHT Integral | Lote 36/661
Latvida Semidesnatado | Lote 48/661
Latvida Integral | Lote 24/661
Se você quer aprender mais sobre os diversos problemas do consumo de leite e seus derivados e como achar substitutos, acesse www.vista-se.com.br/leite.
Abaixo, uma matéria da afiliada da Rede Globo no Rio Grande do Sul | RBSTV
