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Pelos Animais

Carne de cavalo é descoberta em hambúrgueres bovinos e causa repulsa nos consumidores

Publicado em 16/01/2013 às 10:01 em NotíciasPelos Animaisâ–¼ Importante

Mais um exemplo de que o ser humano não entendeu ainda que todos os animais sentem dor e sofrem como nós

A Tesco, principal rede de supermercados do Reino Unido, retirou voluntariamente 900 milhões de reais em hambúrgueres de suas lojas esta semana. Autoridades sanitárias da Irlanda detectaram DNA de cavalos e porcos em hambúrgueres de carne de bois vendidos nas lojas da Tesco e em outros supermercados da Irlanda e da Inglaterra.

Segundo a “Food Safety Authority of Irelandâ€, os hambúrgueres avaliados continham 27% de carne de cavalo e cerca de 23% de carne de porco, mas eram vendidos como bovinos.

Como equinos não são considerados comida em muitos países, embora sejam idênticos a porcos e a bois em sua capacidade de sentir dor, a notícia foi parar em todos os principais jornais do mundo e a empresa rapidamente mandou retirar os produtos de suas lojas e pediu desculpas aos clientes, para evitar maiores prejuízos à imagem da marca.

O Brasil é um dos maiores exportadores de carne de cavalo

O que muita gente não sabe é que o Brasil é um dos maiores nomes mundiais em mortes de cavalos para consumo. Há mais de 50 anos, uma empresa localizada em Araguari, Minas Gerais, compra cavalos que não servem mais para o trabalho forçado, mata e vende os corpos em pedaços, principalmente para o mercado Europeu.

Ironicamente, o nome da empresa é “Frigoífico Prosperidadâ€. O matadouro mantém uma marca de carnes de cavalo chamada “Fava†e tem parcerias sólidas com a prefeitura da cidade de Araguari, município que fica a 671 km de Belo Horizonte e tem pouco mais de 100 mil habitantes.

Em seu site (veja aqui), a empresa explica detalhadamente todos os procedimentos e alega que a carne de cavalo é saborosa e saudável. No Youtube é possível assistir a um vídeo que mostra a empresa por dentro (assista aqui).

Não concorda com a exploração e morte de animais? Dê uma chance ao veganismo

Milhões de pessoas em todo o mundo têm se dado conta de que não é necessário comer animais para ter uma vida saudável. Na verdade, pesquisas mostram que uma alimentação livre de proteínas de origem animal e gordura saturada garante uma vida mais longa e mais saudável. Entenda mais sobre a filosofia de vida chamada “veganismo”: www.sejavegano.com.br.

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ViSta-se lança hotsite com documentário “O que veio antes?”, narrado pelo astro Steve-O

Publicado em 11/01/2013 às 10:23 em DocumentáriosNossas AçõesNotíciasPelos Animaisâ–¼ Importante

Você vai se emocionar com a história real de animais que escaparam de matadouros

Com apenas 10 minutos, o documentário narrado pelo humorista norte-americano Steve-O vai fazer você pensar e, possivelmente, se emocionar. Steve-O se tornou vegano em agosto de 2009 e, desde então, vem mostrando que realmente leva a sério o veganismo com muitas ações em favor da divulgação da filosofia de vida vegana.

Clique aqui e assista.

Sinopse

Em “O que veio antes?”, Steve-O mostra 3 histórias incríveis de animais que, após tragédias naturais, conseguiram escapar de matadouros nos EUA e hoje vivem em um dos mais famosos abrigos para animais do mundo, o “Farm Sanctuary” (Fazenda Santuário).

O documentário foi produzido pela Farm Sanctuary e legendado em português pela voluntária Irene Pontes, de Juiz de Fora-MG.

Você vai se emocionar com a história real de animais que escaparam de matadouros Com apenas 10 minutos, o documentário narrado pelo humorista norte-americano Steve-O vai fazer você pensar e,… Saiba mais


Instituído o Dia Estadual do Vegetarianismo no Estado de São Paulo

Publicado em 10/01/2013 às 10:01 em Meio AmbienteNotíciasPelos AnimaisSaúdeSociedadeâ–¼ Importante

A data integra o Calendário Oficial do Estado de São Paulo a partir desta quinta, 10 de janeiro

O Governador do Estado de São Paulo Geraldo Alckmin e a Assembleia Legislativa promulgaram a LEI Nº 14.936, DE 9 DE JANEIRO DE 2013, que instituí o Dia Estadual do Vegetarianismo, a ser comemorado, anualmente, todo dia 1º de Outubro.

A notícia foi publicada nesta quinta-feira (10) no Diário Oficial do Estado de São Paulo (veja aqui). A nova lei é resultado da iniciativa do Deputado Estadual Padre Afonso Lobato, do Partido Verde, e a data escolhida é a mesma do Dia Mundial do Vegetarianismo.

Se achar conveniente, entre no site do deputado e agradeça o feito, clique aqui. Se preferir, envie um e-mail para assessoria@padreafonso.com.br.

Abaixo, o texto da publicação feita no Diário Oficial em 10 de janeiro de 2013:

LEI Nº 14.936, DE 9 DE JANEIRO DE 2013
(Projeto de lei nº 400/12, do Deputado Afonso Lobato – PV)

Institui o “Dia Estadual do Vegetarianismoâ€

O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO:
Faço saber que a Assembleia Legislativa decreta e eu promulgo a seguinte lei:
Artigo 1º – Fica instituído o “Dia Estadual do Vegetarianismoâ€, a ser comemorado, anualmente, em 1º de outubro.
Artigo 2º – A data que trata esta lei passa a integrar o Calendário Oficial do Estado.
Artigo 3º – Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.
Palácio dos Bandeirantes, 9 de janeiro de 2013.
GERALDO ALCKMIN
Giovanni Guido Cerri (Secretário da Saúde)
Eloisa de Sousa Arruda (Secretária da Justiça e da Defesa da Cidadania)
Edson Aparecido dos Santos (Secretário-Chefe da Casa Civil)

Publicada na Assessoria Técnico-Legislativa, aos 9 de janeiro de 2013.

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Israel proíbe comercialização de cosméticos testados em animais

Publicado em 09/01/2013 às 16:34 em NotíciasPelos Animaisâ–¼ Importante

Batons, esmaltes e qualquer outro item de beleza ou higiene pessoal testados em animais não são mais aceitos no país

Já está valendo a lei que proíbe a fabricação e a venda de cosméticos testados em animais em Israel. A medida vale também para todos os produtos de higiene pessoal. O político israelense Eitan Cabel declarou que a nova lei é “uma verdadeira revolução na proteção animal de Israel”. Apesar da boa notícia, a lei abre exceção para produtos médicos. “Com essa lei, esperamos criar uma mudança de percepção que vai proibir os testes em animais por completo, no futuro.”, disse Cabel.

Leia também

3 motivos para ser contra testes em animais

 

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Fazendeiros suíços comem cães e afirmam que é hipocrisia achar isso estranho

Publicado em 02/01/2013 às 14:37 em NotíciasPelos Animaisâ–¼ Importante

Pouco comum na Europa, consumo de carne de cães causa polêmica

Uma prática relativamente comum em países asiáticos como a China e o Vietnam foi denunciada nesta terça (01) pelo jornal britânico Mail Online.

Na matéria (leia aqui, em inglês), o jornal afirma que o consumo de carne de cachorro por fazendeiros da Suíça é mais comum do que se poderia imaginar. Como o consumo de animais considerados de estimação é proibido no país, os fazendeiros preferem o anonimato, mas concordaram em dar sua opinião sobre o caso.

“Não há nada de estranho nisso. Carne é carne.â€, disse um morador, justificando a prática da criação e morte de cães. Eles fazem questão ainda de dizer que é pura hipocrisia aceitar o consumo de diversas espécies de animais e não aceitar que eles matam e comem cachorros. Os fazendeiros temem uma revolta dos protetores de cães e gatos e de outros moradores da região de Appenzell, onde moram, que não concordam com a atividade.

Na região, que fica quase na fronteira com a Alemanha, os fazendeiros consomem e distribuem a carne dos cachorros entre os vizinhos e amigos. Outro fazendeiro revelou que é um amigo açougueiro que mata os bichos para ele e completou dizendo que a carne é preparada de um modo que ninguém sabe o que é, quando está pronta.

Pouco comum na Europa, consumo de carne de cães causa polêmica Uma prática relativamente comum em países asiáticos como a China e o Vietnam foi denunciada nesta terça (01) pelo… Saiba mais


Conheça o fotógrafo brasileiro que dedica sua vida a registrar e denunciar atrocidades contra animais em fazendas do mundo todo

Publicado em 09/11/2012 às 15:23 em NotíciasPelos Animaisâ–¼ Importante

No grupo dos heróis modernos, este brasileiro faz um trabalho difícil e necessário

Natural de Santa Cruz do Sul, cidade de pouco mais de 100 mil habitantes, que fica a 150 km de Porto Alegre, Jonas Amadeo Lucas, conhecido como Jon Amad, vive em Madri, na Espanha, e dedica todo o seu tempo para a causa animal. Jon é um fotógrafo especializado em fotografia documental e investigativa e faz trabalhos com ONGs de todo o mundo.

Confira abaixo o bate-papo que o ViSta-se teve com ele, sobre seu dia a dia.

ViSta-se: Jon, quando você se tornou vegano e quais seus principais motivos para seguir a filosofia de vida vegana?
Jon: Em 2007, estava fazendo uma pesquisa acadêmica sobre a relação entre o comunicador e o receptor e me deparei com informações sobre como nos relacionamos com os outros animais. Imediatamente comecei a me aprofundar mais e mais no conceito de especismo e em como essa discriminação afetava negativamente as outras espécies. Foram duas semanas sem descanso. Me lembro de sair pela rua e sentir como se o mundo tivesse mudado ao meu redor: havia aberto os olhos, havia tomado a decisão de deixar de consumir animais. Uma noite, joguei tudo que não era vegano no lixo: foi a melhor coisa que fiz em minha vida.

Há quanto tempo você vive na Espanha? Como e quando começou a se envolver com a ONG Igualdad Animal?
Vivo na Espanha há quase seis anos. Um dia, caminhando pela rua, em Sevilla, me deparei com um pequeno cartaz onde se lia “Quer saber como ajudar aos animais?†e as informações sobre uma palestra. Fiz uma foto e algumas semanas depois estávamos eu e outras três pessoas em um salão onde cabiam quarenta. Nesse dia, escutei a fantástica palestra de Conchi Ponti – coordenadora da Igualdad Animal em Andaluzia – e tive certeza de que tinha que fazer muito mais, que somente ser vegano não era o bastante, tinha que ser ativista. Igualdad Animal estava em seu começo, e desde então, trabalho de forma consistente como fotógrafo e investigador.

Uma curiosidade é que, naquela ocasião, Conchi usava uma foto minha em sua apresentação. Era minha primeira foto de direitos animais de uma galinha protegendo seus filhos, que fiz em uma granja no interior do Rio Grande Do Sul, em uma viagem logo depois que me tornei vegano.

Jon no Facebook | Site oficial | Site da Igualdad Animal

Em quais países já fez investigação fotográfica em favor dos animais?
Fiz investigações ou reportagens na Alemanha, Itália, Espanha, Portugal, Marrocos, Holanda, Polônia, França, México, Argentina e duas ou três fotos no Brasil, há cinco anos.

Como você consegue entrar nas fazendas?
Depende. Há casos em que preciso criar uma história para que pensem que vou comprar alguma coisa, contratar ou fornecer algum tipo de serviço que interesse ao explotador; em outros casos, tenho que me disfarçar ou – quando nada mais é possível – preciso esperar que as luzes se apaguem para abrir a porta.

Você vai sozinho ou sempre é um grupo com múltiplas funções?
Depende do trabalho. Normalmente, é importante ter outra pessoa para gravar vídeo ou garantir a segurança, mas ainda que esteja trabalhando sozinho no local, sempre há outros ativistas trabalhando na investigação, seja buscando informações ou financiando o projeto.

Como fica a questão da emoção no momento das captações?
Muita gente me pergunta se com o tempo os olhos se acostumam. Pode ser que para alguém seja assim, mas para mim é o contrário. Cada vez é mais difícil testemunhar e registrar o que existe do outro lado das paredes ou dentro das jaulas. Por outro lado, nos dias mais duros, quando algum trabalho parace impossível ou interminável, essa mesma dor é o que me faz seguir em frente, sem parar para descansar.

“Me lembro particularmente de um dia em que, durante uma investigação de atuns na Itália, mataram mais de trezentos atuns a poucos centímetros de minha câmera. Ao terminar, estava coberto de sangue dos pés à cabeça.”

Durante o trabalho, algum animal morreu na sua frente?
Milhares. Me lembro particularmente de um dia em que, durante uma investigação de atuns na Itália, mataram mais de trezentos atuns a poucos centímetros de minha câmera. Ao terminar, estava coberto de sangue dos pés à cabeça e também a câmera (uma delas nunca mais voltou a funcionar). A sensação de impotência é inevitável quando se está com “alguém” que ainda vive, mas você já sabe que vai morrer em poucos minutos.

Você já chegou a se envolver com alguma situação a ponto de levar o animal para sua casa?
Nunca. Se houvesse resgatado cada animal que fotografei, teria parado na primeira granja e ninguém jamais conheceria suas histórias. Em uma investigação é importante ter claro o objetivo e registrar tudo que acontece, pois, infelizmente, são coisas que acontecem todos os dias em milhões de lugares e você só tem a oportunidade de testemunhar uma, e essa “uma” pode ser aquela imagem que fará com que mais pessoas se tornem veganas e, isso sim, vai salvar muito mais animais. Mas claro que me passa pela cabeça todo o tempo. Infelizmente, meu trabalho quase nunca tem um final feliz.

Há algum tipo de financiamento para equipamento, viagens, etc. ou você banca tudo do seu bolso?
Nenhum financiamento. Todo o meu equipamento é mantido por mim mesmo. Pelo tipo de exigência é um equipamento muito caro e, às vezes, muito difícil de comprar ou manter. Houve uma vez, que para comprar o equipamento para uma investigação submarina, tive que sacrificar o aluguel e, para economizar o dinheiro necessário, tive que dormir no meu carro por um tempo.

Hoje, cada vez mais pessoas ajudam com doações, o que posibilita que mais investigações aconteçam. Os custos das viagens normalmente são pagos pela organização, mas os ativistas normalmente pagam parte dos gastos.

Você trabalha apenas com investigação de direitos animais?
Sim. Dedico cada minuto do meu tempo para lutar pelos animais.

Cite 5 fotos que realmente te emocionam e fale um pouco sobre cada uma delas.

Os olhos desesperados das mães prisioneiras nas granjas de reprodução de porcos é uma das coisas mais tristes que alguém pode ver. Em jaulas do tamanho do próprio corpo, sem poder jamais relacionar-se com seus filhos, nem virar ou alcançar o próprio corpo nem nunca ver a luz do sol ou pisar a grama.

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Muitos animais são usados para publicidade ou festas e ninguém se dá conta de que são indivíduos escravizados que vivem separados de sua família em jaulas frias até o dia em que perdem o valor comercial e, portanto, suas vidas.

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Símbolo de liberdade, essa águia tentava voar e alcançar os céus, mas a corrente de 1M que a prendia fazia com que caísse uma e outra vez. As pessoas em volta comentavam algo, ou riam, e seguiam para ver a próxima jaula naquele zoológico.

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Tudo relacionado às touradas é cínico e hipócrita.

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Da tradição muçulmana, a “Festa do Cordeiroâ€, assim como o Natal da tradição Cristã, está baseada na execução e consumo de animais. As crianças aprendem a “coisificar†os animais e brincam com aqueles que, há um minuto atrás, estavam vivos.

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Você pretende voltar a morar no Brasil algum dia e fazer este trabalho aqui?
Morar no Brasil seria impossível, mas tenho alguns projetos de investigações que gostaria de fazer no Brasil, sem dúvida. Provavelmente irei no começo de 2013 para visitar minha familia e, com certeza, fazer valer a pena a viagem.

Com toda sua experiência dentro de fazendas, granjas e todos estes lugares de sofrimento, o que você poderia dizer a uma pessoa que acha difícil deixar de consumir laticínios, ovos e carnes?
A possibilidade de deixar de consumir produtos de origem animal não deve ser considerada de acordo com as mudanças que aportam ao consumidor, mas sim, de acordo com as mudanças que aportam ao que é consumido.

No grupo dos heróis modernos, este brasileiro faz um trabalho difícil e necessário Natural de Santa Cruz do Sul, cidade de pouco mais de 100 mil habitantes, que fica a… Saiba mais


A Engrenagem: novo documentário do Instituto Nina Rosa

Publicado em 07/11/2012 às 10:27 em DocumentáriosMeio AmbienteNotíciasPelos AnimaisSaúdeSociedadeâ–¼ Importanteâ–¼ Vídeos

Um novo marco no ativismo pelos Direitos Animais no Brasil

Idealizado por um ex-grande empresário da pecuária que se tornou vegetariano e ativista social, o curta “A Engrenagem” é uma peça única dentro das ferramentas de maior impacto na divulgação da filosofia de vida vegana. Muito bem produzido e com a participação voluntária do ator Eduardo Pires e da apresentadora Ellen Jabour, “A Engrenagem” promete abalar as estruturas da tal engrenagem, espalhando informações concisas e fundamentais sobre o consumo de produtos de origem animal.

O roteiro de Denise Tavares Gonçalves, a mesma que escreveu o “A Carne é Fraca”, grande sucesso do Instituto Nina Rosa, merece destaque dentro da obra. O texto de Denise realmente faz do “A Engrenagem” um documentário pequeno, completo e necessário.

Sinopse

A discussão sobre o veganismo e seus benefícios ao meio ambiente e ao futuro é extensa e muito mais complexa do que simplesmente parar de comer carne. Envolve a diminuição da poluição atmosférica, a preservação de recursos vegetais e hídricos, e muitas outras questões.

Numa linguagem descontraída, o filme tem a participação voluntária da modelo e apresentadora Ellen Jabour e do ator Eduardo Pires, ambos vegetarianos, e tem o objetivo de alertar e levantar algumas questões como “Você já se perguntou de onde vem nossa comida? Quais os impactos que ela nos traz?”. A Engrenagem responde.

Assista ao filme | Youtube | Baixar (Link direto – Tempo: 16:38 – Formato: .avi – Tamanho: 289mb)

Site oficial do filme | Site do Instituto Nina Rosa | INR no Facebook | INR no Twitter

CRÉDITOS “A ENGRENAGEMâ€

Idealização
Paulo Vasconcellos

Realização
Instituto Nina Rosa

Apoio
TV Bicho

Com
Ellen Jabour
Eduardo Pires
Artistas participaram voluntariamente

Roteiro e Direção
Denise Tavares Gonçalves

Inspirado em
Story of Styff (A História das Coisas)de Annie Leonard

Estúdio de Animação
Cosmic Cartoons

Direção de Animação
Airon Barreto

Animação
Airon e Jorge Barreto

Produção de animação
Deise Ueda

Edição
João Carlos Landi Guimarães

Música e Sound Design
Thiago Gobet

Produção
Mônica Buava Caliman
Nina Rosa Jacob

Fact Checking
Adriana Conceição

Direção de Fotografia
Bruce Douglas

Iluminação
Alexandre Haroldo do Nascimento

Operadora de som
Amanda Cristina Paulo

Ajudantes
Renato Kokó e Rodrigo Felix

Maquiagem e figurino
Marlene Badaró

Fotografia Making of
Kaio Otis e Karina de Oliveira

Assessoria de Imprensa
Cida Candido

Um novo marco no ativismo pelos Direitos Animais no Brasil Idealizado por um ex-grande empresário da pecuária que se tornou vegetariano e ativista social, o curta “A Engrenagem” é uma… Saiba mais


04/10 • Dia dos Animais | Manifesto

Publicado em 04/10/2012 às 11:25 em NotíciasPelos Animaisâ–¼ Importante

Acesse: www.vista-se.com.br/diadosanimais

04/10 • Dia dos Animais | Manifesto

Só hoje, serão mortos 80.000 bois, centenas de milhares
de frangos, peixes e porcos no Brasil. Neste exato momento,
existem 26 milhões de vacas sendo exploradas pela indústria
do leite, queijo e outros laticínios. Depois de alguns anos de
tortura e exploração, elas também serão mortas.

Bilhões de galinhas estão trancadas e amontoadas em gaiolas
minúsculas para que você possa comer ovos. Em apenas uma
grande granja de ovos, cerca de 1.500 filhotes machos são
mortos por dia apenas pelo fato de terem nascido machos e
não darem lucro para a indústria. No fim, as galinhas poedeiras
serão mortas para dar lugar a outras mais jovens e produtivas.

Temos, no Brasil, milhares de lugares onde as paredes estão
repletas de sangue, dor e gritos daqueles que não sabem se
defender. Nestes lugares, chamados matadouros, a pureza e a
inocência do olhar de um animal escorrem pelo ralo junto ao
seu sangue e se perde.

Vivemos em uma sociedade que negocia “farinha de ossosâ€,
“gelatina†(tendões e cartilagens), “sangue coagulado†e
outros produtos que deixam claro o processo de “fabricaçãoâ€.

Por favor, nos ajude a acabar com isso.
acesse www.sejavegano.com.br e saiba como.

Acesse: www.vista-se.com.br/diadosanimais 04/10 • Dia dos Animais | Manifesto Só hoje, serão mortos 80.000 bois, centenas de milhares de frangos, peixes e porcos no Brasil. Neste exato momento, existem 26… Saiba mais


ViSta-se lança folheto sobre veganismo para baixar e imprimir em casa

Publicado em 04/10/2012 às 2:06 em Baixar imagensDivulgueFolhetoMeio AmbienteNossas AçõesNotíciasPelos AnimaisSaúdeSociedadeâ–¼ Importanteâ–¼ MAIS ✚

Baixe gratuitamente, imprima e comece sua própria campanha em favor dos animais

Um folheto simples mas que pode ser poderoso para salvar a vida de milhões de animais mortos todos os meses no Brasil. Com o título de “4 motivos para você conhecer o veganismo”, o novo folheto do ViSta-se traz informações atualizadas e instigantes acerca da filosofia de vida vegana e, principalmente, dos hábitos comuns à maior parte da população.

Acesse e divulgue: www.vista-se.com.br/folheto

O folheto está disponível em 2 formatos: A4 (sulfite comum) e A5 (metade de uma folha sulfite, 2 por página) e pode ser distribuído sem prévia comunicação ao ViSta-se.

Baixe gratuitamente, imprima e comece sua própria campanha em favor dos animais Um folheto simples mas que pode ser poderoso para salvar a vida de milhões de animais mortos todos… Saiba mais


Por causa do seu queijo: “A separação de uma vaca e seu filhote”

Publicado em 01/10/2012 às 17:53 em NotíciasPelos Animaisâ–¼ Importanteâ–¼ Vídeos

Sem cenas de violência física, o vídeo choca quem tem compaixão

Rotina nas fazendas de leite, a separação entre mãe e bebê é um dos momentos mais chocantes para todos que puderam presenciar a cena. Mesmo quem vive deste mercado, fazendeiros e veterinários da área, afirmam, em sua maioria, que o momento é realmente muito triste. Muitos relatam que a vaca fica chamando por seu filhote por até 20 dias, extremamente triste.

Nos ajude a acabar com isso

Por favor, considere não financiar mais este mercado. Conheça os problemas do consumo de laticínios em www.vista-se.com.br/leite e aprenda os primeiros passos para uma vida vegana em www.sejavegano.com.br.

Vídeo com legendas – clique em “CC” | Youtube

Sem cenas de violência física, o vídeo choca quem tem compaixão Rotina nas fazendas de leite, a separação entre mãe e bebê é um dos momentos mais chocantes para todos… Saiba mais


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O novo escândalo surge pouco tempo depois da polêmica da soda cáustica no leite Uma operação do Ministério Público do Rio Grande do Sul prendeu 9 pessoas nesta quarta-feira (8) acusadas de envolvimento no mais novo escândalo alimentar brasileiro. Transportadoras especializadas em produtos lácteos misturavam água e um tipo de adubo com uréia e formol no leite para aumentar a quantidade e, assim, alavancar os lucros. Após alguns meses de investigação, os policiais chegaram a um sítio na cidade de Ibirubá e descobriram onde parte do leite era adulterada. Sem qualquer preocupação com a higiene, caminhões de leite recebiam a mistura de água não tratada e um tipo de adubo, que contém uréia e formol, tudo era armazenado em caminhões sem refrigeração e seguia para empresas de embalagem. No mesmo sítio, havia criação de porcos. Segundo os resultados das perícias, 10% do leite vendido por estas empresas no último ano era pura água com adubo. O adubo servia para disfarçar a quantidade de água adicionada ao leite e garantia que o produto passasse nos testes proteicos. A investigação não apontou as empresas que vendem ao consumidor como culpadas e sim as transportadoras, mas a promotoria do caso acusa estas empresas de falharem nos testes de qualidade. Elas receberam leite contaminado por mais de um ano, não identificaram que o produto continha adubo, embalaram venderam as caixas de leite aos consumidores. A justiça recomenda que o consumidor evite o consumo destes produtos, especialmente dos seguintes lotes: Italac Integral | Lotes L05KM3, L13KM3, L18KM3, L22KM4 e L23KM1 Italac Semidesnatado | L12KM1 Bom Gosto/Líder UHT Integral | Lote TAP1MB Mumu UHT Integral | Lote 3ARC Latvida UHT Desnatado | Lote 37/661 Latvida UHT Semidesnatado | Lote 48/661 Latvida UHT Integral | Lote 36/661 Latvida Semidesnatado | Lote 48/661 Latvida Integral | Lote 24/661 Se você quer aprender mais sobre os diversos problemas do consumo de leite e seus derivados e como achar substitutos, acesse www.vista-se.com.br/leite. Abaixo, uma matéria da afiliada da Rede Globo no Rio Grande do Sul | RBSTV
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