
Entenda melhor o que é veganismo e comece agora a mudança que você quer ver no mundo
Você já ouviu falar em veganismo mas talvez não entendeu muito bem o que significa ou simplesmente não achou que era o momento de adotar esta filosofia de vida em seu dia a dia, certo? Leia atentamente a lista abaixo e consiga mais informações a respeito. No final da matéria, deixamos um link esclarecedor e um brinde para você baixar de graça. Esta lista cita 11 motivos, mas eles são muitos. Descubra você mesmo.
1. Salva animais dos abatedouros
Se você não compra ou consome produtos de origem animal, a demanda cai e menos animais serão mortos até que, um dia, nenhum animal será assassinado em nome da uma indústria dita “alimentícia”.
2. Protege o meio ambiente
Uma alimentação que não utiliza leite, ovos, laticínios e outros produtos de origem animal evita a derrubada da floresta Amazônica e outros biomas para aberturas de pastos ou plantações de soja. A maioria absoluta da soja produzida no Brasil (estima-se que mais de 90%) é exportada em navios para alimentar porcos, aves e outros animais criados em confinamento para serem assassinados na Ásia e na Europa. A produção de vegetais é muito mais eficiente do que a produção de carne e outros subprodutos. Uma plantação de milho em 100 hectares, por exemplo, pode alimentar cerca de 2.500 pessoas. Se esta área for utilizada para produção pecuária, apenas 8 pessoas serão alimentadas.
3. Protege seu organismo contra o câncer
Não são poucos os estudos que relacionam o consumo de ovos, carnes e laticínios ao aparecimento de diversos tipos de câncer. Entre os principais, estão o de estômago, o de cólon, o de próstata e o de mama.
4. Protege seu coração
Além de proteger contra diversos tipos de câncer, uma alimentação vegana é comprovadamente uma ferramenta poderosa na prevenção de doenças cardiovasculares.
5. Protege pessoas menos favorecidas
Segundo o Ministério do Trabalho, a atividade comercial brasileira que mais emprega mão de obra escrava ou em condições análogas à escravidão é a pecuária. Quando você escolhe cereais, frutas, hortaliças, sementes e outros vegetais de produtores próximos à sua residência, você está colaborando diretamente para um comércio mais justo e evitando a proliferação do trabalho escravo em nosso país.
6. Protege seu bolso
Porque verduras, cereais, frutas e legumes são sempre mais baratos que carne, ovos e laticínios. Embora a indústria pecuária consiga preços incrivelmente baixos para seus produtos – se considerarmos a destruição ambiental e toda a cadeia destrutiva que suas atividades movimentam -, uma alimentação baseada em vegetais é mais barata. Não estamos aqui falando de hambúrgueres vegetais industrializados ou salsichas de soja. Estes produtos, de fato, são muito mais caros do que os que são feitos de animais. Porém, se você e sua família focarem no consumo de alimentos saudáveis e in natura, como os que podem ser comprados na feira, certamente a economia será grande.
7. Salva animais de práticas cruéis nas atividades de entretenimento
Além de não se alimentar de nenhum produto de origem animal, veganos não colaboram com nenhum evento ou estabelecimento que explora animais. Na prática, isso quer dizer que veganos não frequentam zoológicos ou circos que utilizam animais em suas apresentações, além, é claro, de boicotar rodeios, vaquejadas, touradas e outras atividades do tipo.
8. Salva você de ficar comendo a mesma coisa para sempre
É quase unânime: o prato preferido da maioria da população é o famoso arroz, feijão e bife. Ao contrário do que as pessoas pensam, uma alimentação vegana é riquíssima em variedade de sabores e cores. Receitas veganas são facilmente encontradas na internet e já existem centenas de restaurantes pelo Brasil que oferecem preparações livres de ingredientes de origem animal. Quando uma pessoa decide se tornar vegana, automaticamente começa a se informar e conhecer novos sabores e conhece muito mais opções culinárias do que pessoas que ficam naquele famoso prato quase unânime.
9. Emprega mais pessoas e de forma mais justa
É preciso muito menos gente para o manejo de uma boiada do que em uma plantação variada de vegetais. A princípio, pode parecer que, já que não precisa de tanta mão de obra, a pecuária é mais eficiente. Na verdade, proporcionalmente ao número de áreas utilizadas, a pecuária emprega menos pessoas e distribui mal as riquezas geradas com a atividade exercida. Em outras palavras, a maior parte do dinheiro vai para as mãos de poucos latifundiários. Já em hortas, pomares e plantações, especialmente naquelas em que é utilizado o cultivo orgânico, a renda é dividida de forma mais igualitária e socialmente responsável.
10. Faz de você um consumidor mais consciente
As expressões “sustentabilidade” e “responsabilidade ambiental” são grandes conhecidas de todos nós e são comuns na grande mídia. Mas, será que realmente sabemos o que elas querem dizer? Quando uma pessoa decide não mais colaborar com a dor dos animais e com a devastação do meio ambiente, ela consegue enxergar as coisas de outra forma. Gradativamente e sem parar nunca de aprender, consumidores veganos tendem a estar mais bem informados sobre os processos de fabricação e os impactos que todos os produtos que compramos geram.
11. É fácil
Depois de ler tudo isso e chegar até aqui, talvez você esteja concordando que faz sentido realmente ser vegana(o), mas deve estar receosa(o) de quão difícil deve ser não comer queijo ou beber leite ou mesmo deixar de comer churrasco e outros pratos com carne. Toda mudança, no início, pode causar certa confusão. Mas, quando se tem um motivo realmente digno de nossa atenção, as coisas ficam mais fáceis. Saiba que veganos comem churrasco, estrogonofe, coxinhas, sorvete, pizzas e tudo mais que uma pessoa que não é vegana come, só que tudo preparado de uma outra forma, claro.
Vamos tentar? Temos documentários e um livro de receitas como presentes para você
Se você está realmente interessada(o) a ir adiante e adotar o veganismo em sua vida, acesse www.sejavegano.com.br e aprenda um pouco mais. Além disso, lá você baixa um livro de receitas veganas, assiste e baixa documentários gratuitamente e se informa sobre onde ficam os restaurantes que oferecem comida vegana. Tente, você vai gostar de ser vegana(o).
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O novo escândalo surge pouco tempo depois da polêmica da soda cáustica no leite
Uma operação do Ministério Público do Rio Grande do Sul prendeu 9 pessoas nesta quarta-feira (8) acusadas de envolvimento no mais novo escândalo alimentar brasileiro. Transportadoras especializadas em produtos lácteos misturavam água e um tipo de adubo com uréia e formol no leite para aumentar a quantidade e, assim, alavancar os lucros.
Após alguns meses de investigação, os policiais chegaram a um sítio na cidade de Ibirubá e descobriram onde parte do leite era adulterada. Sem qualquer preocupação com a higiene, caminhões de leite recebiam a mistura de água não tratada e um tipo de adubo, que contém uréia e formol, tudo era armazenado em caminhões sem refrigeração e seguia para empresas de embalagem. No mesmo sítio, havia criação de porcos.
Segundo os resultados das perícias, 10% do leite vendido por estas empresas no último ano era pura água com adubo. O adubo servia para disfarçar a quantidade de água adicionada ao leite e garantia que o produto passasse nos testes proteicos.
A investigação não apontou as empresas que vendem ao consumidor como culpadas e sim as transportadoras, mas a promotoria do caso acusa estas empresas de falharem nos testes de qualidade. Elas receberam leite contaminado por mais de um ano, não identificaram que o produto continha adubo, embalaram venderam as caixas de leite aos consumidores.
A justiça recomenda que o consumidor evite o consumo destes produtos, especialmente dos seguintes lotes:
Italac Integral | Lotes L05KM3, L13KM3, L18KM3, L22KM4 e L23KM1
Italac Semidesnatado | L12KM1
Bom Gosto/Líder UHT Integral | Lote TAP1MB
Mumu UHT Integral | Lote 3ARC
Latvida UHT Desnatado | Lote 37/661
Latvida UHT Semidesnatado | Lote 48/661
Latvida UHT Integral | Lote 36/661
Latvida Semidesnatado | Lote 48/661
Latvida Integral | Lote 24/661
Se você quer aprender mais sobre os diversos problemas do consumo de leite e seus derivados e como achar substitutos, acesse www.vista-se.com.br/leite.
Abaixo, uma matéria da afiliada da Rede Globo no Rio Grande do Sul | RBSTV

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Um filme para assistir com a família e com os amigos
O filme Making The Connection (Fazendo a Conexão) tem 31 minutos e traz uma série de depoimentos de veganos da Inglaterra. Entre os entrevistados, uma nutricionista, um chef de cozinha e a superatleta Fiona Oakes, que recentemente bateu o recorde da “maratona mais gelada do mundo”, no Pólo Norte (relembre aqui).
O documentário é extremamente agradável e informativo. Desta vez – ao contrário dos documentários que mostram mortes de animais -, o foco são os benefícios do veganismo para os animais, para o meio ambiente e para a nossa saúde.
Making The Connection foi produzido pela Environment Films para a Vegan Society. No Brasil, a legendagem e o lançamento ficaram com a SVB (Sociedade Vegetariana Brasileira).
Assista ao vídeo | Youtube | Download (281mb / .avi)

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A multa é o valor aplicável mais alto para este tipo de caso no país
O Procon (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor) de São Paulo aplicou uma multa de R$ 3.192.000,00 à empresa Arcos Dourados, que detém a marca do McDonald’s no Brasil. O Procon acolheu a denúncia do Instituto Alana (Organizações da Sociedade Civil que luta pelos direitos de crianças e adolescentes) e entendeu que a rede de fast food usou de publicidade abusiva ao utilizar brinquedos e personagens infantis para venda de sanduíches pouco saudáveis.
A denúncia foi feita em 2010 e a multa foi aplicada em 2011, porém, a empresa entrou com recurso e perdeu no início de abril de 2013. Na esfera administrativa não há mais como recorrer, mas a empresa já disse que vai levar o caso à justiça.
Não coincidentemente, o McDonald’s é o maior comprador de brinquedos do mundo. A principal estratégia de venda da empresa é justamente fazer com que as crianças peçam aos pais para ir às lanchonetes.
“Com esses elementos, a empresa levava as crianças a entrarem naquele mundo lúdico e sem se dar conta pedir aos pais para comprar esses alimentos que são pouco saudáveis.” Disse a assessora técnica do Procon-SP, Andrea Benedetto.
No Brasil, não há legislação federal que regulamente a publicidade infantil, porém, neste caso, a multa foi aplicada com base no Código de Defesa do Consumidor (CDC), que não permite a publicidade abusiva.
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A possibilidade de uma epidemia mundial de gripe aviária é real
Mais de 100 pessoas estão contaminadas e 21 já morreram por causa de um novo vírus na China. Conhecida até agora como “Nova Gripe Aviária”, a doença ainda é um mistério para a Organização Mundial da Saúde e também para as autoridades chinesas. Centenas de milhares de galinhas e patos já foram mortos por suspeita do vírus.
Segundo especialistas, este tipo de doença é mais um grande problema da indústria pecuária, especialmente do sistema de produção chamado “intensivo” e de “confinamento”. Neste método, muito utilizado no mundo todo – inclusive no Brasil -, os animais (principalmente aves e porcos) ficam amontoados aos milhares e o aparecimento de doenças é inevitável. A introdução de drogas na alimentação para mantê-los vivos em um ambiente tão hostil é muito perigosa. Os vírus ficam resistentes às medicações e daí surgem as epidemias aviárias e suínas.
Na China, o que preocupa o governo é que todas as pistas levam a crer que a doença já está sendo transmitida de humano a humano, já que 40% dos infectados nunca tiveram contato com aves. Este é um sinal claro de uma epidemia eminente.
Assista a uma matéria do Jornal Bom Dia Brasil exibida nesta terça-feira (23) | Site do Jornal
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Um exemplo inspirador pela divulgação da filosofia de vida vegana
A britânica Fiona Oakes (Facebook | Site) é mais uma prova de que uma alimentação livre de ingredientes de origem animal é saudável e também serve para praticantes de esportes de alta performance. No início deste mês, ela venceu a “Northe Pole Marathon 2013” (Maratona do Pólo Norte 2013) batendo o recorde da prova. A segunda colocada chegou quase uma hora depois dela.
Enfrentando as piores condições da história da corrida, Fiona correu por 4 horas e 53 minutos com temperaturas abaixo dos -30°. Além de ter fundado e ser a única funcionária do santuário de animais Tower Hill Stables Animal Sanctuary, onde cuida de mais de 400 animais resgatados, ela ainda encontra tempo para ser bombeira voluntária e para treinar correndo mais de 100 km por semana.
Em abril de 2012, ela foi uma das poucas mulheres a completar a Marathon des Sables, no deserto do Saara. Na ocasião, Fiona lidou com temperaturas acima dos 45° e completou as 7 sub-maratonas que envolvem a prova em 6 exaustivos dias. Como se não bastasse, ela completou tudo isso com 2 dedos quebrados. Depois deste feito no Saara, ela foi indicada ao prêmio “Inspirational Woman of The Year Award” (Mulher Inspiradora do Ano), pelo jornal Daily Mail.
De fato, as façanhas que Fiona vem alcançando pela divulgação do veganismo e pela vida dos animais chamam a atenção, mas ela alega que a grande mídia não dá muito espaço às suas notícias: “Eu sempre quis correr unicamente para encorajar outros a considerarem um estilo de vida vegano. Mas as pessoas têm de saber o que estou fazendo, a fim de que eles possam fazer também. Eu não faço por mim mesma, nunca fiz.” – diz, em sua página no Facebook.
Após receber a medalha de ouro da maratona mais gelada do mundo, ela mostrou uma camiseta em apoio ao projeto israelense 269life (conheça).
O próximo grande desafio de Fiona é a “South Pole Marathon 2013” (Maratona do Pólo Sul 2013). Alguém duvida que ela chamará novamente a atenção para um estilo de vida livre de crueldade?

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Câncer, alergias e outras doenças podem ter origem no consumo de leite
Em entrevista à jornalista Beth Bergonha, que apresenta o programa “Amazônia Brasileira”, a filósofa catarinense Sônia T. Felipe explicou detalhadamente porque o leite e seus derivados (queijo, iogurtes etc) fazem tanto mal à saúde humana e, principalmente, aos animais.
Durante sua fala, veiculada pela Rádio Nacional da Amazônia, Sônia enfatizou o estado de exploração em que as vacas utilizadas na indústria leiteira se encontram.
Ouça a entrevista | Site de origem
Sônia é autora do livro “Galactolatria – Mau Deleite”. Clique aqui e saiba mais sobre o livro.
Aprenda a fazer leites vegetais
Acesse www.vista-se.com.br/castanhas e surpreenda-se com a facilidade com que você pode ter deliciosos leites vegetais em sua casa.
Câncer, alergias e outras doenças podem ter origem no consumo de leite Em entrevista à jornalista Beth Bergonha, que apresenta o programa “Amazônia Brasileira”, a filósofa catarinense Sônia T. Felipe… Saiba mais

Ele venceu o câncer e muitas maratonas e garante que foi por causa do veganismo
Mike Fremont se tornou vegano há 21 anos, em 1992, quando completava 70 anos de idade e lutava contra um câncer na próstata. Os médicos deram a ele 3 meses de vida, mas Mike não desanimou e seguiu as recomendações do médico Michio Kushi, formalizadas depois no livro “A Dieta que Previne o Câncer”.
“O tumor encolheu nos dois anos e finalmente consegui matá-lo, apenas com minha alimentação.”, garante o experiente corredor, que não consome nada de origem animal. Nada de laticínios, carnes, peixes ou ovos. Em 1994, ele fez uma cirurgia para retirar o que havia sobrado do tumor e, de fato, os médicos constataram que ele estava curado. Mike decidiu ir além e mudou, além de sua alimentação, seu estilo de vida.
Além de se curar do câncer, o “vovô vegano” começou a correr e a disputar maratonas. Ao longo de duas décadas vem quebrando recordes e chamando a atenção de corredores mais jovens. Esta semana ele completou a meia-maratona de Knoxville, nos EUA, em 3h, 3min e 56seg, um recorde para alguém com mais de 90 anos.
Quase 100 anos de idade sem tomar nenhum remédio
Com o mesmo peso que tinha nos tempos de universidade, Mike garante que não toma nenhum medicamento e o único suplemento que utiliza é o de vitamina D, no inverno. Sua alimentação é baseada em legumes, hortaliças, frutas, grãos e cereais integrais e castanhas.
“É claro que treinar é importante, mas quando você tiver a minha idade, você não poderá treinar a menos que o seu corpo aguente. Eu simplesmente não tenho palavras para explicar a importância da alimentação vegana para minha performance.” – disse em entrevista à Revista Runners World.
Mike está diretamente envolvido com a preservação de rios e córregos de Ohio e seu treinamento inclui mais de 50 km de corrida por semana, algumas horas de musculação e um pouco de canoagem.
Muito simpático, ele contou à Runners World: “Eu não consigo correr rápido o suficiente para me cansar.” Apesar dos recordes, Mike faz questão de enfatizar que correr para ele é um hábito e não uma paranóia por segundos: “Eu faço isso por saúde, por diversão e pela companhia dos amigos.”- disse.
Na companhia do maior maratonista do mundo
Mike não está sozinho. Scott Jurek, considerado o maior maratonista do mundo, também é vegano e atribui à sua alimentação o sucesso de suas performances (leia aqui).
Mike parece estar muito longe de parar de correr e inspirar pessoas sobre como uma alimentação livre de crueldade é saudável para o corpo e para a mente. Acesse www.sejavegano.com.br e descubra os primeiros passos para se tornar vegana(o).
Ele venceu o câncer e muitas maratonas e garante que foi por causa do veganismo Mike Fremont se tornou vegano há 21 anos, em 1992, quando completava 70 anos de… Saiba mais

Além da gordura saturada e do colesterol, consumo de carnes e laticínios aumentam as chances de doenças cardiovasculares por presença de bactérias que se alimentam de uma substância química presente nestes produtos
Segundo estudo publicado recentemente no periódico “Nature Medicine” (veja aqui, em inglês), bactérias que habitam o trato digestivo humano metabolizam uma substância presente nas carnes e laticínios chamada carnitina, transformado-a em óxido de trimetilamina, conhecido causador de aterosclerose (doença ligada ao entupimento das astérias).
Os pesquisadores da escola de saúde pública “Cleveland Clinic”, considerado um dos 4 melhores hospitais dos EUA, analisaram os índices de carnitina em ovolactovegetarianos, veganos e também em pessoas que consomem carnes e laticínios e cruzaram os dados com exames cardíacos realizados por eles. Ao todo, mais de 2,5 mil pessoas foram examinadas no estudo.
O cientista líder da pesquisa, Stanley Hazen, foi enfático quanto aos benefícios do não consumo de carne:
“Uma dieta com muita carnitina altera a composição da flora, o que torna os consumidores de carne mais suscetíveis a formar o óxido de trimetilamina e ter seus efeitos ligados ao entupimento de vasos. Ao mesmo tempo, vegetarianos e veganos têm uma capacidade reduzida de sintetizar o óxido da carnitina, o que pode explicar os efeitos benéficos dessas duas dietas.”
Embora encontrada em menores quantidades em carnes brancas como a de frango, peixes e também em laticínios, a carnitina está presente nestes produtos, o que pode complicar a saúde do coração mesmo em uma pessoa que não consome carne vermelha mas consome outros tipos de produtos de origem animal, por exemplo.
Antes deste estudo, apenas o colesterol e a gordura saturada presentes nas carnes eram considerados os culpados pelo sabido aumento nas chances de desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Portanto, há agora mais um motivo para que a população não consuma estes produtos: as bactérias que se alimentam de carnitina e liberam óxido de trimetilamina.
Repercussão na mídia
O estudo tem sido destaque em jornais de todo mundo. A edição desta segunda-feira (8) do Jornal Nacional também comentou a pesquisa, assista aqui.
Além da gordura saturada e do colesterol, consumo de carnes e laticínios aumentam as chances de doenças cardiovasculares por presença de bactérias que se alimentam de uma substância química presente… Saiba mais

A Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro representa a maior rede pública de ensino da América Latina, com 1.074 escolas que atendem 680.708 alunos
As escolas municipais do Rio de Janeiro dependem apenas da sanção do prefeito Eduardo Paes para começarem a receber merenda vegetariana. De autoria do vereador Dr. João Ricardo (site), que também é médico, o Projeto de Lei 1226/2011 (veja aqui) foi aprovado na última quinta-feira (4) e segue para apreciação do prefeito.
No texto de justificativa do PL, o vereador cita a violência contra os animais como uma das razões para que o projeto vire lei: “Além da morte violenta e injusta, recebem ainda tratamento desumano durante toda a vida. Mutilados e mantidos em instalações superlotadas, são manipulados sem escrúpulos de forma a produzir maiores lucros para os criadores.”
Como médico cirurgião do Hospital Miguel Couto desde 1995, o vereador cita também as questões de saúde para justificar sua proposta, argumentando que uma alimentação vegana é a melhor para o ser humano: “Estatisticamente, é entre os consumidores de carne, ovos e laticínios que há maior incidência de males cardiovasculares, artrite, diabetes e osteoporose.”
O projeto propõe ainda que todo pai ou responsável responda se o aluno é vegetariano ou não no momento da matrícula.
Quando sancionada – o que deve acontecer em breve -, a nova lei garantirá merenda vegetariana uma vez por semana em todas as escolas municipais do Rio de Janeiro e será estendida para mais dias, conforme a aceitação dos alunos.
A Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro representa a maior rede pública de ensino da América Latina, com 1.074 escolas que atendem 680.708 alunos As escolas municipais do… Saiba mais
Durante os 60 segundos do vídeo, 60 bois, 60 porcos e 10.000 frangos serão assassinados pela pecuária brasileira. Os dados são do IBGE (veja aqui).
Ao contrário da maior parte dos vídeos de campanhas em favor dos Direitos Animais, a nova peça publicitária do grupo NãoMate.org consiste em cenas conceituais sobre o poder que temos de mudar o destino dos animais apenas por nossas escolhas.
As imagens foram captadas no estado do Pará e mostram animais em um curral assustados, à espera do abate eminente. Ao lado, um matadouro típico das cidades do interior, um grande galpão equipado com marretas, cordas e ganchos. Embora pareça um lugar atrasado e fora dos padrões da vigilância sanitária, estima-se que 30% da carne comercializada no Brasil saia de lugares assim.
Com a frase “Você tem escolha, não mate”, o vídeo termina e deixa a questão na mão de quem realmente pode resolver toda essa situação: o consumidor. Ao escolher o que você consome, você usa ou não a marreta que aparece no vídeo.
Faça escolhas veganas, saiba como em www.sejavegano.com.br.
Assista ao vídeo | Vimeo
