Nossa justiça é realmente justa?
[►Enviar para um amigo]janeiro 30, 2009 em Artigos por Fabio Chaves
por Daniel Jeremias Mello
Quanto tempo ficaria em vigor uma lei se ela decretasse que, para combater a Dengue, fossem mortas todas as pessoas com sintomas dessa doença? Essa lei seria justa?
Imagine que você toma todas as providências para conter o mosquito da dengue, mas um vizinho egoísta não cuida de seu quintal, proporcionando as condições para que o mosquito da dengue se desenvolva. Então, um dia você fica com febre, vai a um posto de saúde e um médico local decreta: você está com suspeita de dengue. Nesse dia, o governo o condena à morte. A polícia imediatamente vai à sua casa e o algema. Você é levado à força para o local onde será feita sua execução, sem direito a tratamento e sem direito a reclamar.
Pois saiba, essa lei está em vigor desde 1963. Se você concorda com essa lei, se você acha que ela é justa, por favor, encerre aqui sua leitura.
A lei em questão, mais precisamente o decreto aprovado pelo senado federal nº 51.838 de 14 de março de 1963 existe mesmo, mas seu alvo não é a dengue. Ela tem como alvo outra doença: a Leishmaniose, também conhecida como Calazar. A leishmaniose é causada por um parasita e provoca febre, perda de peso, anemia, inchaço do fígado e baço, e possivelmente derrames. Se a moléstia não for tratada pode levar à morte.
A leishmaniose tem algumas semelhanças com a dengue. É transmitida por um mosquito: O mosquito-palha. É transmitida quando o mosquito pica um portador do parasita e se contamina, passando o parasita adiante a cada nova picada. Também poderia ser prevenida com a educação da população, e com o combate ao mosquito vetor da doença, que se desenvolve em locais onde há restos orgânicos em decomposição, como fezes de animais, galhos e folhas. Seu diagnóstico também é bastante difícil e impreciso.
Diferentemente da dengue, apesar do tratamento, a doença não tem cura. O tratamento porém pode oferecer vida normal ao portador da doença. Felizmente, diferente da dengue, existe uma vacina contra a doença. Ah sim, um detalhe: pesquisas indicam que os portadores da leishmaniose podem ser os homens, alguns roedores e animais da família dos canídeos, na qual estão incluídos nossos melhores amigos: os cachorros. Segundo apontam essas pesquisas, todos eles podem ser portadores do parasita e permitir ao mosquito-palha retransmitir a doença.
Mas o que deveria ser um detalhe, aos olhos egoístas do humano que faz as leis, tem provocado um verdadeiro assassinato em massa. A lei deveria proteger os indefesos, dar voz às minorias. Mas a cega justiça não é capaz de acompanhar a racionalidade e a ciência: o decreto em questão tem como alvo apenas os cachorros.
Isso ainda está ocorrendo no Brasil. Digo “ainda” porque o Brasil é um dos únicos países do mundo onde ainda se pratica essa barbárie. Em todo nosso país, milhares de cães diagnosticados como suspeitos de leishmaniose tem sido sacrificados sumariamente, em contradição com a própria ciência, pois o nosso país é um dos pioneiros no planeta nas pesquisas das vacinas contra a leishmaniose.
O descaso do governo e da população humana com a prevenção permitiu que essa doença avançasse do interior aos grandes centros urbanos. Os meios de comunicação que deveriam informar a população fazem o contrário: criam um clima de terrorismo e levam a população a temer aqueles que sempre foram seus companheiros. Nas clínicas veterinárias, a leishmaniose é rebatizada pelos donos dos animais: agora ela é a “doença de cachorro que mata gente”. Então, mais uma vez usando da força ao invés da racionalidade, o governo é obrigado a tomar medidas, mostrar ação, mesmo que essa ação tenha apenas efeitos negativos. O governo envia funcionários do Controle de Zoonoses para colher o sangue dos animais nas casas das pessoas das regiões onde ocorre esse terror. Algum tempo depois, os funcionários voltam, dizendo que o animal está doente e que deve ser sacrificado. Retiram o animal e desaparecem, deixando em seu lugar apenas um papel oficial com o resultado do exame: título de 1:40 – REAGENTE.
O proprietário atônito não consegue nem chorar diante do choque causado. As crianças entram em desespero ao verem seus amigos sendo levados por um estranho e não conseguem nenhuma explicação de seus pais, que se sentiram impotentes diante do funcionário que afirmou algumas vezes, que tinha de levar o cão, nem que fosse necessário chamar a polícia.
E o próprio cachorro sente-se como nos sentimos ao ler os primeiros parágrafos desse texto: Por que meus vizinhos e meus donos não preveniram a doença? Que culpa tenho eu? Estarei mesmo doente? Não quero morrer, quero ser tratado. Ainda tem a esperança de que seu dono enfrente a lei como muitos têm enfrentado. Mas com a resignação e a humildade que é típica de sua evoluída espécie, simplesmente aceita, pois não há nada além que possa fazer.
Não bastasse toda essa injustiça e violência, ainda existe mais um fator agravante: a eficiência do exame feito para diagnosticar a doença é altamente questionável. O exame tem alto índice de falhas e gera muitos resultados como falso-positivos e falso-negativos. Isso significa que, não é porque o exame detectou a doença que o cachorro está doente. Mesmo um animal possivelmente sadio, por lei, deve ser sacrificado. E são decretados à morte centenas de animais que poderiam estar sadios em companhia de seus donos.
A única atitude aceitável no momento seria a revogação dessa lei absurda. Existem vários movimentos nesse sentido, inclusive um abaixo assinado on-line no site http://www.ipetitions.com/petition/calazar/index.html.
Não podemos esquecer também dos cães errantes, que não podem contar com o conforto de um lar e a proteção de um “dono”. Por isso, a medida mais justa seria o investimento em prevenção: O mosquito-palha deveria ser combatido. Todo cachorro deveria ter direito à vacinação para que não ficasse doente. Todo cachorro diagnosticado como doente, deveria ser submetido a exames de contraprova, para ter certeza de seu diagnóstico. Todo animal comprovadamente doente deveria ter acesso ao tratamento, para levar uma vida saudável e impedir que retransmita a doença.
Alguns ainda podem questionar o parágrafo acima, justificando que o tratamento é caro e requer monitoração constante. É verdade, concordo. Mas é uma opção ao assassinato sumário. Infelizmente, a palavra “caro” salta aos nossos olhos materialistas e soa muito alta, pois a humanidade não evoluiu o suficiente para ter com os animais um sentimento de amor familiar. Ao invés disso, tratamos os cachorros como nossa propriedade. Mas ainda assim eu pergunto: se fosse com você, preferiria ser morto ou tratado? Gostaria de ter essa escolha?
Daniel Jeremias Mello, 29 anos, paulistano, é analista de sistemas e adepto às causas ambientais. Antiespecista e vegetariano. Filho de veterinário, e entusiasta do tratamento igual entre todos os seres. Acredita que todos somos irmãos tanto do ponto de vista espiritual como científico-evolucionista.





Perfeito!
Algo semelhante ocorre onde moro (Belém – PA) e creio que na maioria das grandes cidades desse nosso “país da hipocrisia”: AS MATANÇAS DESENFREADAS FEITAS PELOS CENTROS DE ZOONOSES.
Aqui na minha cidade, os animais moradores de rua não precisam estar doentes para serem assassinados. Eles são recolhidos das ruas pelo CCZ e se não forem adotados (99% não são), após 10 dias são “sacrificados” (ou “eutanasiados”, nomes bonitos para mascarar o assassinato covarde).
O governo e a prefeitura não investem em castração nem na educação da população qto. a posse responsável, e simplesmente seguem matando animais dóceis e saudáveis.
É lamentável que veterinários formados inicialmente para cuidar, curar e aliviar o sofrimento desses animais, ganhem a vida lhes tirando a vida de maneira tão injusta, covarde e eu diria sim, antiética! Será que poderíamos chamar isso de “prostituição técnica”? Sim, isso mesmo, profissionais que vendem seu conhecimento e seu trabalho indo contra princípios éticos básicos que deveriam permear sua atividade profissional.
Enfim, é apenas um desabafo…quem sabe um dia o ser humano (de um modo geral) se torne moralmente melhor, menos egoísta e hipócrita.
Um abraço em todos…
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Existem dois tipos de leishmaniose: a viceral e a tegumentar, mas apenas a primeira é o tal do Calazar.
Como saber quando é uma quando é outra: peça para ver o resultado do exame. Só é calazar se a titulação de anticorpos for maior que 1:80 (quanto maior for o número depois do 1: pior). Outra característica indiscutível é o crescimento das unhas muito além do normal.
Bem, sendo a versão tegumentar da doença, é possível tratar o animal e ele levar uma vida normal por muitos e muitos anos ainda (um pouco incômoda por causa das feridas, mas totalmente viável).
Agora, sendo viceral, a recomendação é mesmo o sacrifício, até para evitar a morte de outros animais que existam próximo. E aí, os leitores e autores desse site me desculpem, mas eu sou a favor.
Sacrifiquei minha gata em outubro passado porque ela tinha uma doença chamada PIF (peritonite infecciosa felina), que não só mata um felino em menos de 30 dias (o excesso de água no torax comprime os pulmões e o bicho morre asfixiado), como também é altamente contagiosa e eu não submeteria minhas outras quatro gatas a um sofrimento desnecessário. E pior: a PIF não tem cura, nem vacina confiável.
Ainda sobre o Calazar, se fosse fácil assim passar para humanos, a população de Fortaleza (capital do Ceará) já teria sido dizimada: há uma epidemia há anos naquela cidade e a administração pública não faz um tratamento sério. Porém, não me lembro de ter lido nenhuma notícia sobre morte por calazar lá.
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Evitei no artigo entrar em questões mais técnicas, mas esclareço à Clara que o sacrifício não é necessário.
O tratamento da leishmaniose visceral também é perfeitamente possível, e impede que se formem as feridas na pele do animal, feridas essas que são essenciais para a transmissão da doença pelo mosquito palha.
A crença de que a doença é passada de um animal a outro por proximidade é tão ultrapassada quanto a lei que obriga o sacrifício de todos os animais com suspeita de calazar.
O exame feito para detectar o calazar é extramamente impreciso, e já condenou à morte centenas de animais doentes.
Como é o lema desse site, devemos nos vestir de informação. E para que a informação seja confiável, deve ter base e deve ter fonte.
Recomendo a quem estiver com dúvidas, acesse o site do abaixo assinado e veja os links associados, com muita informação sobre a doença.
Eu mesmo pesquisei durante semanas todos os detalhes, além de contar com o apoio do meu pai, que é veterinário há mais de 30 anos, inclusive em áreas endêmicas de leishmaniose visceral canina.
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Eu escrevi que
“O exame feito para detectar o calazar é extramamente impreciso, e já condenou à morte centenas de animais doentes.”
Eu quis dizer:
“O exame feito para detectar o calazar é extramamente impreciso, e já condenou à morte centenas de animais saudáveis.”
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O mais importante é a concientização das pessoas à respeito da Leishmaniose Viceral Canina, tambem conhecida como Calazar. Seja qual for a titulação encontrada pelo exame RIFI ( reação de imuno fluorescencia indireta)os resultados podem ser falhos e não se justifica a morte do animal sem que haja uma contraprova. A eutanásia (matar um semelhante) é algo praticado em diversas situações e muito polêmica até entre os veterinário, mas no caso do Calazar não se mostrou nada eficiente, como pode ser visto nos artigos disponíveis na internet.
Para não me estender muito quero lembrar que os cães são vítimas e não os responsáveis pela doença. O verdadeiro responsável nunca foi combatido e por isso o numeros de seres infectados cresce e se espalha anualmente.
O verdadeiro culpado é o mosquito transmissor da doença.
Vale a pena “vestir-se” de informações e participar!
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A doença é transmitida pelo mosquito palha e não “passa de um animal para outro” pelo ar ou secreções. Ou seja, assim como a doença de chagas ou a malária e a dengue, é preciso de um vetor específico para transmisti-la. O que, bem ou mal, torna mais difícil.
As feridas são inevitáveis, quer tegumentar ou viceral.
A gente discute, discute, mas no fim das contas, o que falta mesmo é uma boa política pública de prevenção. Se há vacinação anual gratuita para raiva, por que não também não ter a do calazar?
Reitero o que eu disse: ao fazer o exame, prova e contraprova, e constatada a titulação maior que 1:80, eu não vejo outra maneira, infelizmente.
Agora, até lá, há que se prevenir. Vacinar e cuidar.
Só um adendo: a minha fonte é a Fiocruz. Sou jornalista e fiz matéria sobre o assunto há pouco tempo.
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Só uma coisa, que eu esqueci de dizer anteriormente é que eu defendo eutanásia não apenas para animais mas também para humanos, em caso de doença irremediável e que cause sofrimento.
É uma decisão terrível de tomar, imagino, e epsero não ter nunca que passar por isso. Mas às vezes não tem saída.
Sei que estamos falando de cachorro aqui, mas existem várias doenças felinas que também são o terror de quem gosta de gatos, como a já citada pif (para qual não há vacina), além de FIV e Felv (respectivamente, Aids e Leucemia felina). As duas últimas, se o gato for tratado com carinho, ainda permitem uma sobrevida longa. São contagiosas, então é recomendado isolar o gato doente. Mas a PIF, não tem jeito.
Infelizmente apenas mais recentemente os veterinários estão estudando os felinos. Estamos muito defasados em matéria de tratamento para gatos…
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Resumindo, são sempre os humanos que se dão o direito de matar outros seres, achando que estão com a razão. Tudo é culpa da ação nociva dos humanos em relação à NATUREZA. Somos a verdadeira praga e doença do planeta.
Lamentável a arrogância humana.
Não somos os donos do planeta!
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Eu achei inacreditável quando lí tal notícia,afinal desde criança eu não ouvia comentários sobre tais doenças…Jamais esquecerei o dia que perdí um cãozinho que já era considerado meu irmãozinho(por mim)por causa da suspeita de tal doença.Fiquei inconsolável,minha mãe chorava mais que eu.Eu sobreviví,hoje eu cuido de inúmeros animais que abandonam em minha porta,não sei o que fazer se tiver que perder um deles,aliás,uma delas,afinal abandonam apenas as fêmeas,já que as mesmas são consideradas inúteis.
Eu trabalho 12 horas por dia apenas para ter dinheiro suficiente para cuidar de todas essas criaturinhas que dependem exclusivamente de mim,mas em compensação quando chego em minha casa elas me recebem como se eu fôsse uma deusa..juro que as vezes tenho a sensação que elas estão sorrindo para mim…
Jamais sacrificaria ou permitiria o sacrificio de qualque animal…sou totalmente contra essa idéia absurda.
Elizabet Aziz.
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Parabens Elizabet, é de pessoas como vc que o mundo precisa.
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Clara,
Concordo plenamente, quando o assunto são políticas públicas. A lei em questão é composta por 11 artigos. Absolutamente nenhum deles trata de nenhuma medida preventiva. A única medida “educacional”, por assim dizer, é aquela que visa “esclarecer” a população sobre a “importância de elimitar o animal doente”.
Reitero que as feridas são evitáveis, desde que os cachorros sejam tratados. Infelizmente os veterinários que escolhem seguir a ética do coração e tratar seus pacientes ao invés de simplesmente sacrificá-los estão sujeitos a punição, por conta dessa lei. Então, esse tipo de informação é simplesmente abafada. Estou à disposição caso queira entrar em contato comigo diretamente, para que eu possa provar a você o que estou falando com casos reais. E além disso existem vários outros métodos de prevenção: vacinação, coleiras repelentes etc.
Para terminar, publico o depoimento que recebi de uma pessoa sobre o abaixo-assinado que estamos promovendo:
Sou testemunha de que animais com suspeita de Leishmaniose não devem ser sacrificados.
“Um dos meus cachorros esteve nessa situação e por sorte encontrei uma veterinária e ofereceu a opção de tratamento. Conclusão: depois de 1 ano os exames não apontaram mais a doença e ele é muito sadio.Por isso, peço que apóiem a causa.
Beijo,
Laura Moretti”
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O tratamento consciente, feito por veterinários em concordâncioa com o proprietário, visa não somente a cura, dificil na enorme maioria dos casos, mas principalmente uma vida normal para o cão contaminado e o impedimento da transmissão da doença. Existem muitos estudos feitos sobre o assunto por pesquisadores sérios e renomados que constatam este sucesso. A titulação de 1:40 é a adotada pelos orgãos de saúde publica, o que não mudaria em nada se fosse 1:80 ou 1:160. Existem implicações ligadas à imunidade que podem ser encontradas no site da FortDodge, fabricante da vacina.
Quanto ao gato que foi morto por ter PIF, lamento muito, mas continuo acreditando que os cães não precisam morrer por apresentarem resultado de RIFI positivo para Leishimaniose.
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Desculpem-me, mas peço licença pra falar sobre a PIF. Concordo que não tenha cura e a saída é sacrificar o animal. Mas alerta para resultados de exames. Tenho uma gata que foi diagnosticada como portadora desta doença e a vet. recomendou a “eutanásia”. Não me conformei e fui noutro vet. Ela tinha pneumonia. Tratei e ela curou (Há 8 aos). Está com 10 anos linda e saudável. Quanto a esta lei ridícula contra os cães, tem que ser revogada. Tenho uma amiga que passou por este problema aqui no RS, ela fez tratamento e o animal está curado. DIGAMOS NÃO A MAIS ESTE ASSASSINATO DE NOSSOS QUERIDOS BICHINHOS!!!!!!!!!!!!!!
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Brilhante texto parabéns!!!
Peço-lhe que não o tire do “ar”, ou seja, deixe-o aí por longo período porque estou escrevendo sobre CCZ e citarei seu texto como referência para consulta.
SE quiser me ajudar com material, nesse sentido, agradeceria.
Abraços
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Prezado Daniel
Seu texto está perfeito. Eu tentei escrever e citar seu texto, mas teria que escrevê-lo na íntegra porque está perfeito. Então, peço-lhe a gentileza de deixar publicá-lo na íntegra no nosso informativo em defesa dos animais.
Meu email é giglioli.r@hotmail.com Meu fone é 54 9123 9882. Moro em Caxias do Sul/RS. EStamos prestes a receber CCz e meu objetivo e desestilmular sua criação.
Será que poderíamos trocar idéias?
Sou filhado a SVB com o grupo “Ponto de Equilibrio” aqui de Caxias.
Obrigada pela atenção
Giglioli
Por gentileza,
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correção: saiu filhado, mas na verdade é filhada.
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Sou totalmente contra o eutanásia,tenho 5 gatos(de rua) e 2 cachorros,nunca matei meus amigos,e já tive um cão que 2 veterinarios recomendarão a eutanásia eu não aceitei e cuidei até ele morrer com remedios para aliviar a dor mas não matei.Sou voluntaria resgato varios gatos de rua,pago suas castraçaões e tratamento do meu bolso,a recompensa é consiguir um lar e ver o bicho feliz.Essa lei deveria ser para matar politicos ladrões.
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oi Daniel, gostei dessa materia, eu estou com um cão labrador lindo, que faz mais ou menos 1ano e meio , ele começou com umas coçeiras, e foi caindo o pelo, e ficando com falhas, levei no veterinario , ele disse que era fungos de molhado, passou um tempo, nas patas da frente apareceu duas cicatrizes onde ele lambia muito, e ficou ferido, levei ao veerinario fez exames de sangue ,(uns 4) e por ultimo fez o da leishmaniose, e nao deu positivo, passou um shampoo manipulado e uns comprimidos (mactimex)e ele ficou bonito, nasceu pelo onde nao tinha, so que eu deixei de usar o shampoo era meio caro, e como ele é grande gastava muito, agora esta de novo, levei ele no veterinario, ele disse que ti ha achado carrapato nele, e alvez estava com alergia do carrapato, e no couro cabeludo dele esta umas caspas, e ontem dirrepente apareceu em baixo do pescoço dele um lesão, e em cima na testa, caiu o pelo na mesma hora (dentro de uma hora +ou-,)liguei pro veterinario, ele disse q viria colher o sangue dele , e iria mandar pro laboratorio Padim eu nem sei onde é isto. será que meu cachorro, ta com isso? ele alimenta bemm bebe, dorme , late.da me uma resposta ai amigo.
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Olá, gostaria de ter alguma indicação de veterinário que aceite tratar de um cãozinho filhote com leishmaniose. Ainda é apenas uma suspeita, mas tenho medo de mandar fazer o exame porque a veterinária disse que caso dê positivo ele é encaminhado para a eutanásia.
Obrigada
Angela
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