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	<title>Comentários sobre: Pode ou Não Pode?</title>
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	<description>Um lugar para vegetarianos e simpatizantes.</description>
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		<title>Por: Leonardo Mendel</title>
		<link>http://vista-se.com.br/redesocial/pode-ou-nao-pode/comment-page-1/#comment-5741</link>
		<dc:creator>Leonardo Mendel</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 14:59:14 +0000</pubDate>
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		<description>Não tem uma frase assim:  &quot;Que os seus atos sejam o seu discurso&quot;, todas as palavras que já disse não fizeram o efeito do meu dia-a-dia faz com as pessoas. As pessoas precisam não de antipatia mas de informação. Não tem os estagios da verdade? Então é comum que as pessoas nao sejam receptivas aos novos habitos, ridicularizem etc. Este é o caminho e o futuro é vegano!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não tem uma frase assim:  &#8220;Que os seus atos sejam o seu discurso&#8221;, todas as palavras que já disse não fizeram o efeito do meu dia-a-dia faz com as pessoas. As pessoas precisam não de antipatia mas de informação. Não tem os estagios da verdade? Então é comum que as pessoas nao sejam receptivas aos novos habitos, ridicularizem etc. Este é o caminho e o futuro é vegano!</p>
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		<title>Por: Rachel Siqueira</title>
		<link>http://vista-se.com.br/redesocial/pode-ou-nao-pode/comment-page-1/#comment-5207</link>
		<dc:creator>Rachel Siqueira</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 22:08:02 +0000</pubDate>
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		<description>Excelente e muito coerente o texto, bem, como tudo que o Bruno escreve.

Gostei, em especial do trechinho:

&quot;A verdade &#233; que ser simp&#225;tico nem sempre &#233; uma qualidade. A simpatia pode ser tamb&#233;m uma bela forma de n&#227;o se comprometer: sob o manto do altru&#237;smo e maturidade, ela pode esconder o ego&#237;smo e o incontrol&#225;vel desejo de ser aceito.&quot;

Ser &quot;simp&#225;tico&quot; &#233; muito conveniente... e realmente pode esconder ego&#237;smo, incontr&#225;vel desejo de ser aceito... &#233; um disfarce.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente e muito coerente o texto, bem, como tudo que o Bruno escreve.</p>
<p>Gostei, em especial do trechinho:</p>
<p>&quot;A verdade &eacute; que ser simp&aacute;tico nem sempre &eacute; uma qualidade. A simpatia pode ser tamb&eacute;m uma bela forma de n&atilde;o se comprometer: sob o manto do altru&iacute;smo e maturidade, ela pode esconder o ego&iacute;smo e o incontrol&aacute;vel desejo de ser aceito.&quot;</p>
<p>Ser &quot;simp&aacute;tico&quot; &eacute; muito conveniente&#8230; e realmente pode esconder ego&iacute;smo, incontr&aacute;vel desejo de ser aceito&#8230; &eacute; um disfarce.</p>
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		<title>Por: Bruno M&#252;ller</title>
		<link>http://vista-se.com.br/redesocial/pode-ou-nao-pode/comment-page-1/#comment-5206</link>
		<dc:creator>Bruno M&#252;ller</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 02:45:12 +0000</pubDate>
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		<description>Guilherme:

Acho que as respostas &#224;s suas indaga&#231;&#245;es est&#227;o num texto que j&#225; escrevi, ali&#225;s dispon&#237;vel neste site. Mas te remeto a uma vers&#227;o mais recente do mesmo:

&lt;a href=&quot;http://www.pensataanimal.net/artigos/42-brunomuller/273-por-que-animais-tem-direitos&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://www.pensataanimal.net/artigos/42-brunomull...&lt;/a&gt;

A maioria dos abolicionistas parte de uma concep&#231;&#227;o de direitos, n&#227;o utilitarista, que &#233; a vertente do Peter Singer, j&#225; um tanto superada muito em fun&#231;&#227;o de suas pr&#243;prias contradi&#231;&#245;es e limita&#231;&#245;es &#233;ticas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Guilherme:</p>
<p>Acho que as respostas &agrave;s suas indaga&ccedil;&otilde;es est&atilde;o num texto que j&aacute; escrevi, ali&aacute;s dispon&iacute;vel neste site. Mas te remeto a uma vers&atilde;o mais recente do mesmo:</p>
<p><a href="http://www.pensataanimal.net/artigos/42-brunomuller/273-por-que-animais-tem-direitos" target="_blank" rel="nofollow"></a><a href="http://www.pensataanimal.net/artigos/42-brunomull.." rel="nofollow">http://www.pensataanimal.net/artigos/42-brunomull..</a>.</p>
<p>A maioria dos abolicionistas parte de uma concep&ccedil;&atilde;o de direitos, n&atilde;o utilitarista, que &eacute; a vertente do Peter Singer, j&aacute; um tanto superada muito em fun&ccedil;&atilde;o de suas pr&oacute;prias contradi&ccedil;&otilde;es e limita&ccedil;&otilde;es &eacute;ticas.</p>
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		<title>Por: La&#233;rcio V. Almeida</title>
		<link>http://vista-se.com.br/redesocial/pode-ou-nao-pode/comment-page-1/#comment-5205</link>
		<dc:creator>La&#233;rcio V. Almeida</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 13:47:24 +0000</pubDate>
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		<description>Belo texto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Belo texto.</p>
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		<title>Por: Giovanna</title>
		<link>http://vista-se.com.br/redesocial/pode-ou-nao-pode/comment-page-1/#comment-5204</link>
		<dc:creator>Giovanna</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 11:45:09 +0000</pubDate>
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		<description>&#211;timo texto. Infelizmente &#233; dif&#237;cil mesmo com os argumentos convencer as pessoas. Eu mesma tive sucesso com poucas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&Oacute;timo texto. Infelizmente &eacute; dif&iacute;cil mesmo com os argumentos convencer as pessoas. Eu mesma tive sucesso com poucas.</p>
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		<title>Por: Guilherme</title>
		<link>http://vista-se.com.br/redesocial/pode-ou-nao-pode/comment-page-1/#comment-5203</link>
		<dc:creator>Guilherme</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 02:54:14 +0000</pubDate>
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		<description>&#201; interessante essa sua observa&#231;&#227;o que muitas pessoas procuram &quot;entender&quot; o veganismo por meio de uma lista de proibi&#231;&#245;es. Concordo que responder esse tipo de perguntas &#233; bem irritante, mas acho que na maior parte das vezes, vegans respondem esse &quot;&#233;, n&#227;o pode&quot; sem muito fundamento para a proibi&#231;&#227;o. Acho que muitas vezes, os movimentos em defesa dos animais falham em fundamentar ou discutir os fundamentos de suas pr&#225;ticas n&#227;o convencionais e isso leva muitos n&#227;o-veganos a lidar com as &quot;proibi&#231;&#245;es alimentares&quot; veganas como se fossem uma lista de preceitos mais ou menos arbitr&#225;rios. Gostaria, ent&#227;o, de chamar sua aten&#231;&#227;o para dois pontos em seu texto que s&#227;o indicativos desse tipo de problema: 1. voc&#234;, ao considerar veganismo um dever moral, voc&#234; parte de uma concep&#231;&#227;o de &#233;tica que &#233; no m&#237;nimo discut&#237;vel. Essa concep&#231;&#227;o de imperativos morais est&#225; longe de ser un&#226;nime em &#233;tica, e vincular o veganismo a ela &#233; um equ&#237;voco (Basta lembrar que os movimentos de defesa dos animais surgiram a partir de uma escola &#233;tica totalmente diferente - o utilitarismo.); 2. voc&#234; menciona o respeito &#224; vida de animais sencientes como justificativa para abolir o uso de produtos derivados de animais. Isso me parece um pouco problem&#225;tico uma vez que nem todo produto de origem animal &#233; obtido com desrespeito &#224; vida desses animais (por exemplo a l&#227;) e nem todo animal protegido pelas proibi&#231;&#245;es de alguns vegans podem ser ditos sencientes a dor (por exemplo abelha e bicho de seda). Apesar dessas observa&#231;&#245;es, gostei bastante do seu blog e acho que voc&#234; faz um belo trabalho de divulga&#231;&#227;o do veganismo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&Eacute; interessante essa sua observa&ccedil;&atilde;o que muitas pessoas procuram &quot;entender&quot; o veganismo por meio de uma lista de proibi&ccedil;&otilde;es. Concordo que responder esse tipo de perguntas &eacute; bem irritante, mas acho que na maior parte das vezes, vegans respondem esse &quot;&eacute;, n&atilde;o pode&quot; sem muito fundamento para a proibi&ccedil;&atilde;o. Acho que muitas vezes, os movimentos em defesa dos animais falham em fundamentar ou discutir os fundamentos de suas pr&aacute;ticas n&atilde;o convencionais e isso leva muitos n&atilde;o-veganos a lidar com as &quot;proibi&ccedil;&otilde;es alimentares&quot; veganas como se fossem uma lista de preceitos mais ou menos arbitr&aacute;rios. Gostaria, ent&atilde;o, de chamar sua aten&ccedil;&atilde;o para dois pontos em seu texto que s&atilde;o indicativos desse tipo de problema: 1. voc&ecirc;, ao considerar veganismo um dever moral, voc&ecirc; parte de uma concep&ccedil;&atilde;o de &eacute;tica que &eacute; no m&iacute;nimo discut&iacute;vel. Essa concep&ccedil;&atilde;o de imperativos morais est&aacute; longe de ser un&acirc;nime em &eacute;tica, e vincular o veganismo a ela &eacute; um equ&iacute;voco (Basta lembrar que os movimentos de defesa dos animais surgiram a partir de uma escola &eacute;tica totalmente diferente &#8211; o utilitarismo.); 2. voc&ecirc; menciona o respeito &agrave; vida de animais sencientes como justificativa para abolir o uso de produtos derivados de animais. Isso me parece um pouco problem&aacute;tico uma vez que nem todo produto de origem animal &eacute; obtido com desrespeito &agrave; vida desses animais (por exemplo a l&atilde;) e nem todo animal protegido pelas proibi&ccedil;&otilde;es de alguns vegans podem ser ditos sencientes a dor (por exemplo abelha e bicho de seda). Apesar dessas observa&ccedil;&otilde;es, gostei bastante do seu blog e acho que voc&ecirc; faz um belo trabalho de divulga&ccedil;&atilde;o do veganismo.</p>
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		<title>Por: Loan</title>
		<link>http://vista-se.com.br/redesocial/pode-ou-nao-pode/comment-page-1/#comment-5202</link>
		<dc:creator>Loan</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 00:26:07 +0000</pubDate>
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		<description>O problema &#233; que h&#225; uma diviniza&#231;&#227;o da natureza, por grande parte dos membros de nossa esp&#233;cie. Vemos a natureza como se ela fosse imut&#225;vel, mas a pr&#243;pria caracter&#237;stica da natureza &#233; a mutabilidade - claro, com suas devidas propor&#231;&#245;es. Alguns dizem que animais matam uns aos outros e a natureza demonstra isso todos os dias, mas a natureza demonstra tantas outras coisas...

Animais (humanos ou n&#227;o) praticam infantic&#237;dio diariamente e isso &#233; inclusive considerado, por alguns, como agente de equil&#237;brio no planeta. Outros diriam o mesmo sobre as Guerras, os ca&#231;as... O abandono de idosos nas florestas tamb&#233;m &#233; uma atitude bastante natural entre v&#225;rios povos, nem por isso consideramos correto imit&#225;-los. Muitas coisas mudam. A natureza muda.

&quot;&#201;poca: Na natureza animais comem outros animais.
Peter Singer: Isso n&#227;o &#233; um argumento. Na natureza, o homem domina a mulher, um homem escraviza o outro. Ningu&#233;m argumenta que essas coisas sejam certas.&quot;

&quot;O gato brinca com uma batata e ningu&#233;m acredita realmente que matar o gato e fazer pur&#234; de batata sejam a mesma coisa. [...] Um gato n&#227;o &#233; o mesmo que uma batata porque o animal, com um sistema nervoso parecido com o nosso, tem emo&#231;&#245;es, rela&#231;&#245;es familiares e, sobretudo, interesses b&#225;sicos semelhantes aos do animal humano. Por isso, entrar em uma granja de cria&#231;&#227;o intensiva ou em um matadouro imprime mem&#243;rias amargas e provoca pesadelos em qualquer mente com um m&#237;nimo de sensibilidade &#8211; o que n&#227;o ocorre, por exemplo, quando se v&#234;em milhares de tomates reluzentes em uma &#225;rea em que se pratica a agricultura intensiva hidrop&#244;nica no estilo japon&#234;s.

Resumindo: Um gato n&#227;o &#233; o mesmo que uma batata porque ser vivo n&#227;o &#233; o mesmo que ser senciente. As &#250;nicas cadeias alimentares que existem hoje em dia s&#227;o as cadeias de supermercados, ent&#227;o n&#227;o d&#225; para entender por que o humano, que vive num mundo t&#227;o antinatural como este que ele mesmo criou, ainda apela ao natural. [...]&quot;

(Ana Mar&#237;a Aboglio, em Seiva e Sangue: outras vidas, outras mortes)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O problema &eacute; que h&aacute; uma diviniza&ccedil;&atilde;o da natureza, por grande parte dos membros de nossa esp&eacute;cie. Vemos a natureza como se ela fosse imut&aacute;vel, mas a pr&oacute;pria caracter&iacute;stica da natureza &eacute; a mutabilidade &#8211; claro, com suas devidas propor&ccedil;&otilde;es. Alguns dizem que animais matam uns aos outros e a natureza demonstra isso todos os dias, mas a natureza demonstra tantas outras coisas&#8230;</p>
<p>Animais (humanos ou n&atilde;o) praticam infantic&iacute;dio diariamente e isso &eacute; inclusive considerado, por alguns, como agente de equil&iacute;brio no planeta. Outros diriam o mesmo sobre as Guerras, os ca&ccedil;as&#8230; O abandono de idosos nas florestas tamb&eacute;m &eacute; uma atitude bastante natural entre v&aacute;rios povos, nem por isso consideramos correto imit&aacute;-los. Muitas coisas mudam. A natureza muda.</p>
<p>&quot;&Eacute;poca: Na natureza animais comem outros animais.<br />
Peter Singer: Isso n&atilde;o &eacute; um argumento. Na natureza, o homem domina a mulher, um homem escraviza o outro. Ningu&eacute;m argumenta que essas coisas sejam certas.&quot;</p>
<p>&quot;O gato brinca com uma batata e ningu&eacute;m acredita realmente que matar o gato e fazer pur&ecirc; de batata sejam a mesma coisa. [...] Um gato n&atilde;o &eacute; o mesmo que uma batata porque o animal, com um sistema nervoso parecido com o nosso, tem emo&ccedil;&otilde;es, rela&ccedil;&otilde;es familiares e, sobretudo, interesses b&aacute;sicos semelhantes aos do animal humano. Por isso, entrar em uma granja de cria&ccedil;&atilde;o intensiva ou em um matadouro imprime mem&oacute;rias amargas e provoca pesadelos em qualquer mente com um m&iacute;nimo de sensibilidade &ndash; o que n&atilde;o ocorre, por exemplo, quando se v&ecirc;em milhares de tomates reluzentes em uma &aacute;rea em que se pratica a agricultura intensiva hidrop&ocirc;nica no estilo japon&ecirc;s.</p>
<p>Resumindo: Um gato n&atilde;o &eacute; o mesmo que uma batata porque ser vivo n&atilde;o &eacute; o mesmo que ser senciente. As &uacute;nicas cadeias alimentares que existem hoje em dia s&atilde;o as cadeias de supermercados, ent&atilde;o n&atilde;o d&aacute; para entender por que o humano, que vive num mundo t&atilde;o antinatural como este que ele mesmo criou, ainda apela ao natural. [...]&quot;</p>
<p>(Ana Mar&iacute;a Aboglio, em Seiva e Sangue: outras vidas, outras mortes)</p>
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