Patê de Tofu com Tomate Seco
Publicado Quinta-feira, 31 de julho de 2008 às 8:56 pm na categoria Receitas.
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O comodismo é o fator principal que faz com que as empresas continuem usando animais em testes toxicológicos, já que existem outras formas mais eficientes de testar produtos, diz Nina Rosa Jacob, fundadora do Instituto Nina Rosa, entidade que promove o bem-estar animal e o consumo sem crueldade.
“Enquanto não houver uma mobilização, enquanto a sociedade não boicotar esses produtos e deixar as empresas saberem que queremos produtos éticos, isso não vai mudar”. Ela sugere que os consumidores liguem para os fabricantes dos produtos que utilizam no dia-a-dia indagando se são testados em animais. “Em caso positivo, o consumidor deve fazer a empresa saber da sua indignação e informá-la que vai deixar de usar aqueles produtos. Os fabricantes devem saber que queremos produtos éticos e que não vamos mais tolerar esses abusos com animais”, afirma.
O presidente da entidade ambiental Projeto Esperança Animal (PEA), Carlos Rosolen, afirma que há alternativas, mas existem interesses econômicos que fazem com que essa prática seja mais difícil de ser combatida. “A indústria de testes em animais pressiona para que eles continuem existindo. Isso vai desde a captura de animais na natureza até indústrias de medicamentos, anestésicos e equipamentos cirúrgicos utilizados nos testes”, diz.
No entanto, o presidente do PEA comemora o fato de que, atualmente, os técnicos da área da saúde estão se convencendo da pouca eficácia dos testes com animais. “Se gasta muito dinheiro e se perde muito tempo testando produtos em organismos que não são os dos seres humanos. E quando se vai aplicar isso na prática, os testes têm que ser refeitos”, afirma. Segundo ele, o que está em jogo não é mais apenas a questão filosófica do direito de uso dos animais, mas também a produtividade desse tipo de teste.
A Lei 9.605, de 13 de fevereiro de 1998, estabelece que as experimentações em animais são ilegais quando existir outra forma de fazer os testes. No artigo 32, a lei determina multa e detenção de três meses a um ano para quem realizar experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos. A pena é aumentada de um sexto a um terço se ocorrer a morte do animal.
Sabrina Craide
Repórter da Agência Brasil
IV Encontro Temático da SVB Ética na Alimentação
16 e 17 de agosto, 202 norte (Terraviva), Brasília
Vagas limitadas.
Valor: R$ 20,00.
Inscrições: Restaurante Terraviva (202 norte, aberto das 11:30 às 15h) e pelo e-mail grupo: ak@svb.org.br
www.svb.org.br
www.svb.org.br/annakingsford
(61)-98199293, Moema Alencar (svb, grupo local ak)
PALESTRAS DEBATES ENCONTROS APRESENTAÇÕES FEIRINHA VEG
Heron Santana (Salvador) - Laerte Levai (São José dos Campos) - Marly Winckler (Florianópolis) - Acarya Jnananda Avt (Brasília) - Daniel Lourenço (Rio de Janeiro) - Nina Rosa Jacob (São Paulo) - Rafael Jacobsen (Porto Alegre) - Sônia T. Felipe (Florianópolis) - Ruth Maria Scaff (Brasília)

O site PEA (Projeto Esperança Animal) lançou uma campanha para manifestar o descontentamento dos protetores dos animais com a tentativa do CRMV-SP (Conselho Regional de Medicina Veterinária) de retomar o processo cruel, danoso e oneroso de execução de animais sadios.
Acesse o PEA e saiba mais: www.pea.org.br
Eis um texto realmente criativo, bem humorado e indispensável! Obra do pessoal do sul, gaúchos do GaePoa.

Quantos veganos são necessários para mudar uma lâmpada?
Nenhum. Veganos não mudam nada.
Como você pode ver, nós veganos também temos senso de humor. Imagino que esta piada foi criada por um vegano cansado de dar explicações. Mas creio que seja apenas uma ironia, pois na verdade não cremos nisso:
Um vegano é a mudança em si.
E existem duas formas de se criar um vegano: Convencendo um onívoro (ou ovo-lacto-vegetariano) ou fazendo sexo entre vegans.
Como a segunda forma é mais divertida, passamos 90% do nosso tempo aprimorando-a, graças a nossa dieta rica em alimentos afrodisíacos. No tempo que sobra, escrevemos estes textos ou panfletamos na rua em pleno verão de Porto Alegre, para convencê-lo.
E porque queremos mais veganos? Sem piadas agora: Porque queremos mudar o mundo!
Quantos veganos são necessários para mudar o mundo?
Um. Um de cada vez.
E para ajudar você a tomar essa decisão, escrevemos tudo o que você precisa saber:
Comentário (1) • Veja mais ArtigosO biólogo Sérgio Greif, o advogado Daniel Braga Lourenço e a jornalista Silvana Andrade estarão debatendo com vivisseccionistas sobre o uso de animais em experimentos científicos.
Nesta seguinda-feira, 28 de julho, às 22h, na MTV - ao vivo!