Em geral aparece na forma de estearato de cálcio e se encontra em balas duras. Vem do ácido esteárico, que comumente é derivado do sebo ou banha (gordura animal). O estearato também é usado no vinil (como em bancos de carro) e outros plásticos.
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Derivados do glicerol e de ácidos graxos. Podem também vir de ossos de animias.
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Este produto se forma quando o leite é aquecido com um ácido, como o ácido láctico.
Caseinato: caseína combinada a um metal, como caseinato de cálcio ou de sódio.
Ou seja, não é um componente vegano.
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A gelatina (muito usada em sobremesas) é feita de ossos, peles e tendões de animais bem fervidos. Há uma substância alternativa chamada agar-agar, derivada de algas. Outra é feita de raiz de kuzu (planta oriental, usada deforma semelhante à araruta). Vende-se agar-agar em fios semelhantes a macarrão, em pó ou em barras compridas, e sua cor geralmente é esbranquiçada.
Algumas gelatinas casher são feitas de agar-agar, mas a maioria não é. Algumas substâncias que são vegan e que vêm substituindo a gelatina são a goma guar e a carragena.
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Os dois! Mas se você quiser comer a pizza com queijo, ao invés de tofu ou ingredientes vegetais, saiba o que está comendo nas linhas abaixo.
Praticamente todos os queijos, principalmente os amarelos, são preparados com coalho de origem animal, sabe o que é?
Coalho animal
A produção de coalho em pequena escala é realizada da seguinte maneira: imediatamente após os sacrifício do bezerro, que foi alimentado somente com leite, se extrai o quarto estômago, este é lavado e cortado em tiras de onde se extrai o coalho com o auxílio de uma solução de cloreto de sódio (12-20%). Após a extração, filtra-se e purifica-se a solução por precipitação salina.
Esta solução é conservada pela adição de sal e ácido bórico, entretanto se for destinada ao consumo humano usa-se a glicerina como conservante. Durante esta fase, o coalho é denominado pró-renina, somente após a acidificação é que o coalho se transforma em renina, ou quimosina, a qual possui maior capacidade coagulante.
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Os aditivos alimentares são largamente utilizados pela indústria alimentícia. Aqui vale a máxima “é a dose que faz o veneno”. Na prática isso significa controlar o consumo de alimentos industrializados, diversificando ao máximo a dieta. Assim, o consumidor elimina o risco de estar acumulando altos níveis de uma determinada substância química no organismo. A dosagem de cada um dos aditivos considerada segura é determinada pela FAC e pela OMS - respectivamente Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura e Organização Mundial de Saúde. Veja o significado e a indicação dos estranhos nomes nos rótulos dos produtos industrializados:
C: São corantes naturais (Cl) ou artificiais (C2).
F: Indica aromatizantes ou flavorizantes, que têm o papel de realçar, respectivamente, o odor e o sabor dos alimentos. Há naturais e artificiais.
EP: Sinónimo de espessante, cuja função é dar consistência ao alimento. Geralmente, é de origem vegetal.
U: É o umectante. que impede o ressecamento do alimento.
AU: São os anti-umectantes, que evitam a absorção de umidade.
ET: Indica a presença de estabilizantes para impedir que os diferentes ingredientes se separem. Os mais comuns são óleos naturais.
H: Sigla dos acidulantes, responsáveis por acentuar o sabor ácido do alimento industrializado. Alguns estão naturalmente presentes nas frutas.
D: Ou edulcorantes. Usados nos produtos dietéticos em substituição ao açúcar.
P: Significa a presença de conservantes.
A: São os anti-oxidantes, que evitam a rancificação de produtos gordurosos.
(Fonte: Cartilha Novas Tecnologias - Procon-PBH)
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